terça-feira, 17 de janeiro de 2012

PIB da China cresce 9,2% em 2011

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17/01/2012

País fechou o ano com cerca de US$ 7,46 trilhões.
Em 2010, a economia chinesa teve crescimento de 10,3%.

O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 9,2% em 2011, informou nesta terça-feira (17) o Birô Nacional de Estatísticas. O PIB chinês fechou 2011 em 47,15 trilhões de iuanes, cerca de US$ 7,46 trilhões, e seu crescimento anualizado ultrapassou as previsões do país, que fixou como meta avançar 8%. Em 2010, a economia chinesa cresceu 10,3%.

O crescimento no quarto trimestre de 2011 foi de 8,9%, dois décimos a menos que no terceiro. A economia da China cresceu em seu ritmo mais fraco em dois anos e meio no último trimestre e pareceu ter se encaminhado para uma desaceleração ainda mais profunda nos próximos meses, na medida em que diminui a demanda por exportações e o mercado imobiliário enfraquece.

Economistas afirmam que essa desaceleração ainda está dentro dos parâmetros de um "pouso suave" (soft landing) para a economia do país

O comissário do organismo de estatísticas, Ma Jiantang, ressaltou que, em 2011, "frente a um ambiente internacional complicado e volátil", a China tomou medidas macroeconômicas que 'representaram um bom começo para o Plano Quinquenal 2011-2015'.

A instituição também publicou outros dados macroeconômicos do ano passado, como o investimento em ativos fixos, que em 2011 ascendeu a 30,19 trilhões de iuanes, aproximadamente US$ 4,77 trilhões, um crescimento anualizado de 23,8%.

Quanto às vendas no varejo, principal indicador do consumo e fator macroeconômico que Pequim deseja estimular nos próximos anos para atenuar a redução das exportações, a soma foi de 18,12 trilhões de iuanes (US$ 2,86 trilhões), um aumento de 17,1%.

O ano passado foi marcado na China pela luta de seu governo contra a inflação, as tentativas de contenção do crédito e do setor imobiliário e o freio das exportações.
G1

DNPM atualiza processos para envio de relatório de exploração mineral

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DNPM atualiza processos para envio de relatório de exploração mineral
17/01/2012

O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) atualizou nesta segunda-feira os procedimentos para envio do relatório anual de lavra (RAL) exigido da atividade de mineração. Ao publicar as novas regras, o DNPM revogou Portaria 12/2011 que estabelecia os procedimentos antigos.

As datas para envio do documento, via internet, estão mantidas. O dia 15 de março é o prazo final das autorizações com plano de aproveitamento econômico, permissão de lavra, registro de extração e guia de utilização. O envio de relatório dos empreendimentos sem plano de aproveitamento econômico aprovado pelo DNPM deverá ocorrer até o dia 31 de março de cada ano.

O regulamento anterior já previa o pedido de esclarecimento ou documentos que comprovem informações declaradas no relatório. No entanto, a nova regra informa que a complementação do relatório pode não ser exigida em caso de “gravidade das incorreções ou omissões” dos dados apresentados.

A entrega do relatório fora do prazo ou a constatação de falhas em seu preenchimento poderão acarretar sanções para titulares ou arrendatários. Os novos critérios exigidos pelo DNPM foram publicados na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU).
Valor Online

Preço de minério de ferro deve suavizar este ano

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17/01/2012

O preço médio do minério de ferro para 2012 deverá cair depois de bater recordes no ano passado, agora que a indústria siderúrgica está crescendo a um ritmo mais lento.

"Este ano os preços serão mais baixos", disse Steve Randall, diretor administrativo do Steel Index, firma londrina que fornece preços de referência. "O consenso para 2012 é de uma queda de US$ 10 a US$ 15 a tonelada, em média, para uma faixa de US$ 150 a US$ 160 a tonelada, com alta volatilidade."

Os analistas acompanham o preço médio anual no mercado à vista como um indicador da lucratividade dos projetos de mineração já existentes e dos novos empreendimentos. No ano passado, o preço médio foi de US$ 167,59 a tonelada, 14% superior à média de US$ 146,71 de 2010, segundo o Steel Index.

Um dos focos será a China. A segunda maior economia mundial consome mais de metade da produção global de minério de ferro para siderurgia.

A produção de aço bruto do país subiu 8,5% em 2011, para cerca de 680 milhões de toneladas, mas o crescimento deve se reduzir para 5% este ano, com Pequim mantendo um rígido controle sobre a economia, segundo estimativas do mercado.

No ano passado, a China introduziu medidas de restrição de crédito que deprimiram a demanda pelo aço e o minério de ferro. Em novembro e dezembro, a produção de aço do país caiu, resultando num total anual de 2011 com 20 milhões de toneladas a menos que os 700 milhões inicialmente previstos.

"São 35 milhões de toneladas curtas de minério de ferro a menos do que o esperado", disse Randall. É o equivalente a mais de três meses de produção da mina de Carajás, da Vale SA, no norte do Brasil, a maior mina a céu aberto de minério de ferro no mundo.

No âmbito mundial, a produção de aço no final de 2011 foi fraca. A produção de aço bruto subiu apenas 1% em novembro em comparação com o mesmo mês de 2010, segundo a World Steel Association, enquanto a utilização da capacidade nas usinas siderúrgicas caiu para 73,4%, em comparação com 76,5% em outubro.

Mesmo assim, a produção mundial de aço bruto entre janeiro e novembro cresceu 7,4% em relação a um ano antes, com a produção na Europa e nos Estados Unidos continuando a se recuperar a partir da queda de 2009.

Embora não se espere uma recuperação na demanda pelo minério de ferro em 2012, os preços podem ganhar algum apoio mais tarde no ano das contínuas limitações nas exportações da Índia, da possibilidade de problemas climáticos que afetem a produção no Brasil e Austrália, e de atrasos no início da produção de novas minas. Em 11 de janeiro, a Vale, que produz cerca de 25% do minério de ferro mundial, invocou a cláusula de força maior em alguns contratos para se eximir das penalidades sobre remessas atrasadas, devido à impossibilidade de levar o minério ao mercado. Chuvas torrenciais interromperam a produção e o transporte em Minas Gerais. As minas na região sudeste representam cerca de 60% da produção total da Vale.

"[Os preços do] minério de ferro serão menores este ano, mas ainda estão altos em termos históricos", disse Pedro Galdi, analista da SLW Corretora, de São Paulo.
The Wall Street Journal

Parauapebas registrou o maior superávit do País e foi o segundo em volume de exportação em 2011. O município registrou saldo de US$ 11.728 bilhões, devido à exportação de minério de ferro para a China.

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Parauapebas registrou o maior superávit do País e foi o segundo em volume de exportação em 2011. O município registrou saldo de US$ 11.728 bilhões, devido à exportação de minério de ferro para a China.
[ 17/01/2012 ] [O Liberal - Atualidades/Repórter 70 - 03 ] 
 

Dados do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado apontam que, de janeiro a dezembro de 2010, a indústria da mineração teve participação significativa entre os principais produtos exportados pelo Pará.

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17/01/2012 ] [O Liberal - Atualidades/Repórter 70 - 03 ]
 

Prêmio Diário debate imagem e memória

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[ 17/01/2012 ] [Diário do Pará - Você - 05 ] 

Parceria pode ser solução para o problema do lixo no Brasil

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[ 16/01/2012 ] [Portal Na Hora - Online ] 
 
Parceria pode ser solução para o problema do lixo no Brasil (Cita MRN)
O aprofundamento das questões ambientais em todo o mundo despertou também o Brasil para a necessidade de discutir o problema do lixo proveniente das residências, comércios e indústrias. O governo brasileiro elaborou o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, cuja versão preliminar já está disponível na internet para consulta. O documento, que será amplamente discutido com a sociedade para, então, ser validado em Brasília, traz um panorama do tratamento dado aos resíduos sólidos gerados no país e sugere metas, algumas ousadas, como a eliminação total dos lixões até 2014. 
 
 
A discussão do plano está apenas começando. Mas, é um passo importante para a mudança de cenários urbanos e rurais, onde montanhas de lixo se acumulam e nelas materiais importantes que poderiam ser reciclados. Embora o país ainda não tenha um plano de resíduos consolidado, existem experiências bem-sucedidas no Norte do país que sinalizam ao menos uma preocupação em fazer diferente, mesmo que a nível local. São iniciativas que nascem do compromisso e fazer melhor e de resguardar o futuro das próximas gerações no meio da Amazônia. 
 
 
A seleção de resíduos já é realidade em Porto Trombetas, no Oeste Pará, área de atuação da Mineração Rio do Norte (MRN). A empresa assumiu o compromisso de orientar os habitantes da vila para os cuidados com o lixo e, bem mais que isso, cuidar para que materiais recicláveis tenham um destino adequado. O envolvimento dos moradores de Porto Trombetas com a gestão responsável do lixo não é recente. A vila, que pertence ao município de Oriximiná, foi o primeiro lugar do Brasil a receber a certificação da norma ISO 14001, ainda em 2001. 
 
 
A norma, que tem reconhecimento internacional, define o que deve ser feito para estabelecer um Sistema de Gestão Ambiental efetivo, garantindo o equilíbrio entre a manutenção da rentabilidade de uma empresa e a redução do impacto ambiental. Em Porto Trombetas, a coleta seletiva faz parte da rotina dos moradores. Todos são orientados a separar corretamente os resíduos que produzem, as coletas são sis micas e nem o lixo vegetal, como folhas de árvores e galhos vai parar junto com o lixo comum. 
 
 
"Buscamos a participação da comunidade, pois sem ela não existe coleta seletiva e gestão de resíduos", diz Arlete dos Santos, responsável pela gestão ambiental na vila que tem cerca de sete mil habitantes. 
 
 
O resíduo úmido, como as sobras de alimentos, por sua vez, vai para a Usina de Triagem e Compostagem e, após receber tratamento, retorna como adubo orgânico. As casas da vila residencial, em sua maioria, têm jardins que utilizam o adubo na manutenção das plantas. É mais uma ação da MRN com foco na sustentabilidade, incentivada pelo projeto Jardim Somando Verde, outra iniciativa educativo-ambiental promovida pela empresa. Já o papelão, plástico e outros materiais recicláveis, chamados de resíduos secos, são doados para o Movimento República de Emaús, em Belém, uma parceria que existe há nove anos.
 
 
O Movimento República de Emaús atua em diversas frentes de inserção social e tem, no seu quadro de ações, cursos de reciclagem. A expertise da instituição de transformar sobras em utilidades chamou a atenção da MRN, que passou a enviar, mensalmente para o Emaús, materiais como alumínio, latas, papelão, pets e plástico rígido.
 
 
O material, que percorre 880 quilômetros, de Porto Trombetas a Belém, é fonte de renda e de reintegração social de mulheres cujas famílias estão em situação de vulnerabilidade social. "Normalmente, são donas de casa que vem para o Movimento porque o filho está sendo atendido também por nós. São mulheres que viviam em casa e que não tinham como ajudar na composição de renda familiar. A MRN é nossa maior parceira e ajuda a manter o trabalho com esse e outros grupos, abrindo para eles um mundo novo", explica a secretária executiva do Movimento República de Emaús, Marília Soares.
 
 
A MRN doou cerca de 50 toneladas de recicláveis para o Emaús em 2010 e mais de 60 toneladas em 2011 - material que é selecionado e transformado em agendas, cadernos, porta-lápis e objetos de decoração, pelas mãos de pessoas como Leonisa Vieira, que se tornou artesã depois de fazer um curso de reciclagem de papel no Emaús. "Dá pra fazer tudo o que você quiser do papel, de cartões a bolsas.
 
 
Reciclar não é só catar o lixo, mas olhar lá na frente. Ver que dá pra fazer com o papel e como você pode melhorar o meio ambiente com essa atividade", argumenta. A artesã afirma que a profissão ainda não é muito valorizada. "Acho que devia haver outros projetos de separação do lixo. Ainda tem muita gente que cata ferro e pets nas ruas, revirando os sacos", lamenta. Com as atividades de reciclagem, Leonisa contribui com a renda familiar. 
 
 
Fatura cerca de R$ 300 por mês com as vendas do material transformado. "Não é sempre que a gente vende muito. Vendemos mais no final de ano e nas feiras de eventos. Mas é um trabalho muito b de fazer e que ajuda muitas pessoas a se socializarem. Você conhece gente nova o tempo todo. E tem também informações de cidadania, aqui, no Emaús", completa. 
 
 
De acordo com o relatório do Ministério do Meio Ambiente, existem entre 400 e 600 mil catadores de materiais recicláveis no Brasil e apenas 1.100 organizações coletivas formadas para esse tipo de atividade. Ou seja, muito do lixo reciclável produzido ainda é retirado de forma individual por pessoas que remexem nas lixeiras comuns, procurando materiais retornáveis no meio de restos de alimentos, por exemplo, o que muitas vezes compromete a reutilização do material.
 
 
A reciclagem é uma tendência no Brasil, mas ainda está em fase inicial. O relatório preliminar do Plano Nacional de Resíduos Sólidos aponta um aumento de 120% da coleta seletiva de materiais recicláveis entre 2000 e 2008 no número de municípios que desenvolvem tais programas.
 
 
Ao todo 994 unidades federativas adotam essa prática no país, a maioria delas nas regiões Sul e Sudeste. Contudo, a participação dos resíduos recuperados pelos programas de coleta seletiva formais ainda é muito pequena, o que torna a iniciativa de Porto Trombetas ainda mais representativa. Dar um destino melhor aos resíduos sólidos por meio de parcerias de incentivo à reciclagem, portanto, é um passo inicial importante em direção à erradicação dos 2.906 lixões existentes no país.
 
 
Érica Bernardo I Assessoria de Comunicação MRN

Inscrições para a Semear abertas até março

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[ 16/01/2012 ] [Blog Jeso Carneiro - Online ] 
 
Inscrições para a Semear abertas até março (Cita MRN)
Ficarão abertas até 16 de março deste ano as inscrições de projetos culturais candidatos aos benefícios da Lei Semear, de incentivo estadual à cultura.
 
 
Produtores culturais, pessoa física ou jurídica, domiciliados no Pará, podem inscrever um projeto artístico-cultural, para obtenção do incentivo.
 
 
As inscrições são feitas exclusivamente em Belém, na Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves. Mas o formulário-padrão e ficha de inscrição podem ser obtidas no site da fundação.
 
 
Um dos projetos contemplados recentemente pela Lei Semear foi a restauração da igreja de N. S. da Saúde, em Alter do Chão. Iniciativa da MRN (Mineração Rio do Norte).

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O SIMINERAL assinou convênio com o Cesupa

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 O LIBERAL

Escolas de Açailândia serão beneficiadas com programa de gestão escolar da Vale

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02/12/2011

Quatro escolas da rede estadual de ensino, localizadas em Açailândia, foram contempladas pela mineradora Vale com o programa de Gestão Escolar, que tem o foco voltado para o fortalecimento de aprendizagem dos alunos em sala de aula. A informação, em tom de comemoração, foi anunciada pela gestora da Unidade Regional de Educação de Açailândia, Maísa Oliveira Vieira, acrescentando que o programa prioriza a participação da família nas atividades das escolas.

De acordo com Maísa Oliveira, a Vale contemplou com o programa os Centros de Ensino Darcy Ribeiro (distrito de Pequiá), Joviana Silva Farias (povoado Novo Oriente), José Cesário da Silva e Isabel Cafeteira (sede do município). Todas as escolas a serem beneficiadas estão localizadas na área de influência da mineradora.

O programa de Gestão Escolar, que será desenvolvido a partir do início do próximo ano letivo, visa estimular o processo de aprendizagem dos estudantes em sala de aula e a gestão dos professores para verificar suas competências e habilidades.

Maísa Oliveira disse, ainda, que o programa tem como meta tornar os estudantes mais participativos, éticos e cidadãos com visão crítica para atuar na sociedade. A primeira parte do programa foi realizada em junho e o projeto será retomado nas quatro escolas da rede estadual de ensino a partir de fevereiro do próximo ano.

As escolas foram selecionadas por meio de vários parâmetros de avaliação para definir os critérios de seleção. Entre os critérios a gestora destacou a importância do gestor geral, a presença de pedagogos no quadro e professores com liderança para atuação como agentes multiplicadores do programa.

Também foram avaliados os critérios de localização geográfica das escolas, com base na área de influência da Vale, estrutura do prédio escolar que atenda as necessidades dos alunos com boas condições de trabalho para os professores. O programa tem uma visão estratégica diferenciada, priorizando a participação das famílias dos alunos nas decisões e no planejamento das ações das escolas.

A gestora regional de Açailândia salientou que o programa que contemplou quatro escolas da regional é fruto do convênio firmado entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Vale. A parceria também contemplou escolas localizadas em Santa Inês e São Luís. Também foram beneficiados com obras de reforma o CE Ferreira Gullar (Bom Jesus das Selvas) e CE Henrique de La Rocque (São Pedro de Água Branca).

Maísa Oliveira disse que se sentia feliz pelo fato das escolas de sua regional terem sido contempladas pela Vale com o projeto piloto do programa de Gestão Escolar. Ela avalia que o programa é um referencial em gestão, trabalhando em parceria com a sociedade no fortalecimento do aprendizado dos alunos para estimular a cidadania.
Jornal Pequeno

Seminário discute propostas para produção de terras-raras no Brasil

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02/12/2011

O estabelecimento de cadeia produtiva de Terras-Raras no Brasil é o objetivo do I Seminário Brasileiro de Terras-Raras 2011, promovido pelo Centro de Tecnologia Mineral (Cetem/MCTI) e Ministério de Minas e Energia (MME), que acontece dia 7 de dezembro, no Hotel Novo Mundo, Rio de Janeiro. O mercado mundial de terras-raras (aplicada em alta tecnologia, fibras óticas, notebooks, celulares) movimenta anualmente US$ 5 bilhões, tendo a China na liderança, responsável por 97% da produção. O Brasil tem reservas estimadas de 3,5 bilhões t, mas, apesar do seu enorme potencial, ainda está atrasado na pesquisa e produção do mineral.

O seminário tem como proposta inverter essa situação internacional e criar condições para a construção de bases para o desenvolvimento de terras-raras no Brasil. A discussão de perspectivas de novos projetos de produção de terras-raras; as experiências institucionais no desenvolvimento tecnológico com o mineral e os desafios e oportunidades para o mercado de produtos de terras-raras são temas que merecem atenção especial para o país superar o quadro atual.

Como resultado prático do encontro, os organizadores pretendem identificar os principais desafios para o crescimento da produção de terras-raras no Brasil, avaliar o perfil da oferta de mão de obra qualificada para levar o projeto adiante e gerar uma rede de informações tecnológicas entre profissionais dedicados a pesquisa de terras-raras. Documento com síntese das conclusões e recomendações do Seminário será elaborado para servir de referência para futura política de governo do setor mineral brasileiro.

I Seminário Brasileiro de Terras- Raras 2011
7 dezembro de 2011, quarta-feira
8h30
Hotel Novo Mundo
Praia do Flamengo, 20
Mais informações: www.cetem.gov.br
Assessoria CETEM

Crédito diminuiu para compradores de minério da China

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02/12/2011

PERTH - O crédito apertou para alguns consumidores de minério de ferro da China, mas a Rio Tinto ainda está vendendo todo o minério de ferro que pode produzir, afirmou o presidente das operações de minério de ferro em Pilbara da companhia, Greg Lilleyman.

Parte dos compradores de minério de ferro enfrentaram "dificuldades" para obter crédito nos últimos tempos, na sequência da volatilidade nos mercados de dívida e medidas do governo chinês para conter sua economia, disse o executivo.

Apesar das preocupações financeiras, a Rio Tinto não teve "nenhuma embarcação dando meia volta" e as exportações de minério de ferro continuaram fluindo, declarou Lilleyman. "Nossos clientes estão comprando muito minério de ferro e nós podemos vender cada tonelada que podemos produzir e nós ainda estamos conseguindo bons preços".

Os preços do minério de ferro recuaram 22%, para US$ 140,40 a tonelada, desde 7 de setembro, de acordo com o Steel Index, após as usinas siderúrgicas comprarem um número menor de cargas em resposta à desaceleração da demanda.

No entanto, o Rio já disse que pretende continuar a investir na capacidade de mineração por todo o ciclo econômico.

No início desta semana, a companhia elevou a meta de expansão de minério de ferro em 20 milhões de toneladas na remota região de Pilbara, na Austrália, para 353 milhões de toneladas por ano no primeiro semestre de 2015, da capacidade anual atual de cerca de 225 milhões de toneladas. As informações são da Dow Jones.
O Estado de São Paulo

Mineração quer manter boas relações com o governo

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Mineração quer manter boas relações com o governo
[ 02/12/2011 ] [Diário On Line - On Line / Pará ] 
 
Mineração quer manter boas relações com o governo
O Sindicato das Indústrias Minerais do Pará tomou nesta quinta-feira (1º), por meio de correspondência dirigida ao governador Simão Jatene, a iniciativa de afastar qualquer mal-estar ou ilações sobre pretensa desarmonia na sua relação com o governo do Estado, em função da proposta que institui a taxação sobre a produção de minérios. Cordial e respeitoso, o ofício dirigido a Jatene deixa claro, da parte do sindicato que representa as mineradoras, o interesse em manter com o governo uma relação amistosa e cooperativa.
Logo na abertura, a correspondência confirma, por parte do Simineral, os laços de “parceria, respeito e amizade que unem o setor mineral ao Estado do Pará”. E acrescenta: “O compromisso com a ética e o respeito é princípio norteador de nossas atitudes empresariais, e sempre pautará a nossa relação com Vossa Excelência e toda a sua equipe de Governo”.
Destaca, a seguir, o sindicato das mineradoras que os pontos de vista, estritamente de natureza técnica, que os separa, no momento em que o projeto de lei 215/2011 está sob exame da Assembleia Legislativa do Estado, são muito menores do que os pontos que unem a agenda da mineração no Pará.
“Não é possível pensarmos o desenvolvimento do setor mineral sem o apoio e a parceria do Governo Estadual, assim como não é mais possível pensarmos o desenvolvimento do Pará sem a contribuição do setor mineral”, acrescenta.
O documento conclui reiterando o compromisso das empresas mineradoras com a ética e o respeito, em todas as suas relações e reafirmando, pessoalmente à pessoa do governador Simão Jatene, “a estima e a consideração do setor mineral paraense”.
Ofício repudia ataque de separatistas a Simão Jatene
O Simineral também se manifestou solidário com o governador do Estado em relação às críticas que têm sido feitas a ele pelos separatistas na campanha do plebiscito, que no dia 11 deste mês vai consultar o eleitorado paraense sobre a divisão territorial do Estado.
“Repudiamos qualquer tipo de desrespeito ou agressão a Vossa Excelência, eleito legítima e democraticamente pelo povo do Pará, ou à sua equipe de governo, por ocasião da campanha publicitária do plebiscito vindouro, ou em qualquer outro momento, partindo de quem quer que seja, ou a que título for”, afirma a correspondência.

O X Festival de Ópera do Theatro da Paz contou com a participação da Orquestra Jovem Vale Música.

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O X Festival de Ópera do Theatro da Paz contou com a participação da Orquestra Jovem Vale Música.
[ 02/12/2011 ] [O Liberal - Magazine / Ismaelino Pinto - 06 ] 
 

Vagas em estrada de ferro

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[ 02/12/2011 ] [O Liberal - Atualidades /Sul e Sudeste do Estado - 12 ] 
 

Experiência (Cita MRN)

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[ 02/12/2011 ] [Quarto Poder - Online ] 
 
Experiência (Cita MRN)
A Mineração Rio do Norte participou do Congresso Binacional de Recuperação de Áreas Degradadas, em Moçambique, na África. A empresa falou de sua experiência em recuperação de áreas mineradas na floresta amazônica brasileira. O evento foi promovido pela Sobrade - Sociedade Brasileira de Recuperação de Áreas Degradadas. 
 
Érica Bernardo I MRN

lançamento da edição do Anuário do Pará.

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02/12/2011 ] [Diário do Pará - Você / Esperança Bessa - 07 ]
 

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Crescimento do PIB chinês desacelerará para 9,2% em 2012

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30/11/2011

A economia chinesa pode crescer 9,2% em 2012, com uma leve queda em relação ao crescimento deste ano, de 9,4%, de acordo com um relatório de uma das universidades mais prestigiosas do país, que provocou preocupações sobre uma eventual desaceleração e os riscos financeiros.

O crescimento econômico do país continuará a tendência de desaceleração no primeiro semestre do próximo ano, de acordo com o relatório, divulgado no sábado pela Universidade Renmin, com sede em Beijing.

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) desacelerou a 9,1% no terceiro trimestre deste ano, abaixo dos 9,5% do segundo e 9,7% do primeiro, depois que o governo ajustou a política monetária para conter a inflação.

Para refrear o aumento excessivo dos preços causado pelo crescimento súbito do crédito, o governo tem feito do controle da inflação sua máxima prioridade para este ano, adotando rigorosas medidas monetárias. Até agora, o banco central elevou em três ocasiões as taxas de juros, além de subir seis vezes o coeficiente de reservas obrigatórias bancárias.

A debilitação do crescimento levou o banco central a manifestar a disposição de fazer ajustes em sua política monetária de forma apropriada e oportuna, para que esteja afinada com as mudanças da economia.

A contínua desaceleração econômica levará a uma mudança significativa nas políticas macroeconômicas do governo, o que injetará vigor à economia para evitar recaída na recessão, analisa o documento.

A China enfrentará no próximo ano uma desaceleração mais marcada no crescimento da economia real, riscos crescentes na economia fictícia e piora dos problemas estruturais, adverte.

O relatório sublinha ainda que em 2012 a inflação experimentará uma redução sensível, com um crescimento anual de 3,3%.

O índice de preços ao consumidor (IPC), principal medidor da inflação, aumentou 5,5% ano-a-ano em outubro, marcando o crescimento mais baixo desde maio.
Rádio Internacional da China (CRI)

Brasil recebe maior missão empresarial escocesa

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30/11/2011

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, recebeu uma comitiva de autoridades escocesas, liderada pelo secretário de Estado do país, Michael Moore. Atualmente, uma missão com representantes de 23 empresas de segmentos como agricultura, educação, bebidas, esportes, arquitetura, construção civil, mineração, engenharia e design, está no Brasil. Esta é a maior delegação empresarial proveniente da Escócia que já esteve aqui.

Os escoceses manifestaram interesse em parcerias comerciais em diversas áreas, com destaque para os setores de petróleo e gás e ainda de bebidas. No encontro, o secretário escocês relatou a experiência do país na extração de petróleo e gás no Mar do Norte, que tornou a Escócia em um dos maiores produtores da Europa.

Com a prevista expansão da exploração de petróleo e gás relacionada à descoberta da camada do Pré-sal, empresas escocesas estão interessadas em se instalarem e em desenvolverem projetos no Brasil. "Podemos desenvolver parcerias prevendo a absorção da tecnologia já desenvolvida na Escócia para a exploração do Pré-sal aqui no Brasil", disse Pimentel em resposta à proposta escocesa.

Cachaça e Uísque

As autoridades dos dois países também se comprometeram a estabelecer um diálogo bilateral para facilitar o comércio da cachaça brasileira e do uísque escocês. Como o Brasil é o produtor exclusivo de cachaça e como o uísque escocês é um produto igualmente singular, o objetivo é avançar para melhorar o acesso dessas bebidas nos respectivos mercados.
Brazil Modal

Cresce número de empregos no setor extrativo mineral paraense

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30/11/2011

Nos primeiros 10 meses de 2011, o emprego formal no setor extrativo mineral paraense cresceu 18% e teve saldo positivo de quase 2.500 postos de trabalho – o maior entre os Estados da Região Norte. O novo Mapa do Emprego Formal mostra a trajetória dos postos de trabalho no setor no Pará e nos demais Estados da região Norte, considerando outubro de 2011, os dez primeiros meses de 2011 e os últimos 12 meses (novembro a outubro/2011).

O novo estudo foi divulgado pela Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Renda (Seter) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-Pará), com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. O relatório faz parte do Observatório do Trabalho do Estado do Pará, uma parceria entre o Governo do Estado, por meio da Seter, e o Dieese-PA.

A flutuação dos postos de trabalho no setor extrativo mineral do Pará, em outubro/2011, mostra crescimento de 1,15% na geração de empregos formais. Nesse mês, o setor registrou, em todo o Pará, 313 admissões contra 129 desligamentos - saldo positivo de 184 postos. Em outubro de 2010, o setor extrativo mineral também apresentou crescimento de empregos formais, porém o saldo foi menor que o deste ano: 159 admissões contra 87 desligamentos - saldo positivo de 72 postos de trabalho e crescimento de 0,53%. Nesse mês, a maioria dos Estados da Região Norte apresentou resultados positivos na geração de empregos formais no extrativo mineral.

O Pará apresentou a maior geração de empregos formais: saldo positivo de 184 postos, seguido do Amapá (51 postos), Amazonas (23 postos) e Rondônia (16 postos). Já o Tocantins apresentou a maior perda de empregos formais: saldo negativo de 12 postos de trabalho, seguido do Acre (3 postos). Foram feitas no setor, nesse mês, em toda a Região Norte, 573 admissões contra 314 desligamentos - saldo positivo de 259 postos de trabalho e crescimento de 1,22%. O Pará, em outubro de 2011, além de ter obtido o maior saldo de postos de trabalhos (184 postos), entre os demais Estados do Norte, respondeu sozinho por 71% do saldo total de postos gerados em toda a região no mesmo período (259 postos).

Nos dez primeiros meses de 2011 houve saldo positivo de empregos formais no Pará com um crescimento de 18,10% na geração de postos de trabalho. De janeiro a outubro deste ano, foram feitas no setor extrativo mineral, em todo o Estado, 4.025 admissões contra 1.526 desligamentos - 2.499 postos de trabalho. No mesmo período de 2010, o setor também apresentou crescimento de empregos formais, mas foi menor que o verificado este ano: 3.216 admissões contra 1.086 desligamentos - saldo positivo de 2.130 postos e crescimento de 18,49%.

Os novos números mostram que, nesse período, a flutuação dos empregos formais, nos Estados da Região Norte, no extrativo mineral, obteve saldos positivos. O Pará apresentou o melhor desempenho: 2.499 postos de trabalho, seguido do Amapá (529 postos), Rondônia (406 postos), Amazonas (345 postos), Tocantins (89 postos), Roraima (21 postos) e Acre (18 postos). De janeiro a outubro de 2011 foram feitas, em toda a região Norte, no extrativo mineral, 7.017 admissões contra 3.110 desligamentos - saldo positivo de 3.907 postos e crescimento de 21,76%.

As análises do Dieese-Pará mostram ainda que o saldo de postos de trabalho (2.499) obtidos pelo Pará em 2011, além de ser o maior verificado entre os demais Estados do Norte, representa 64% do saldo total gerado em toda a região no mesmo período (3.907 postos). Nos últimos 12 meses, o novo relatório mostra saldo positivo de empregos formais e crescimento de 22,77%. Foram feitas no setor, em todo o Pará, 4.788 admissões contra 1.764 desligamentos - 3.024 postos de trabalho.

Nesse período, quase todos os sete Estados da Região Norte apresentaram saldos positivos de empregos formais no extrativo mineral. A exceção foi o Acre (perda de dois postos). Já o Pará apresentou o melhor desempenho: 3.024 postos de trabalho, seguido do Amapá (552 postos), Rondônia (410 postos), Amazonas (373 postos), Tocantins (32 postos) e Roraima (16 postos). Nos últimos 12 meses foram feitas, em toda a região Norte, no setor extrativo mineral, 8.076 admissões contra 3.761 desligamentos - 4.405 postos de trabalho e crescimento de 25,23%.

O novo estudo mostra ainda que do saldo total de postos de trabalho (3.024) obtidos no extrativo mineral, no Pará, nos últimos 12 meses, além de ser o maior verificado entre os demais Estados do Norte, representa 68% do saldo total gerado em toda a região no mesmo período (4.405 postos).
Agência Pará de Notícias