[ 06/06/2011 ] [O Cidadão - 1º Caderno/Cidade - 04 ]
Promoção e defesa da indústria de mineração no Pará
segunda-feira, 6 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Setor empresarial do Pará e estudantes norte-americanos debatem ações sustentáveis (Cita MRN ).
www.simineral.org.br
'Os nossos alunos da George Washington University visitam muitos países para conhecerem as experiências de desenvolvimento sustentável. Nesses últimos dois anos, começamos a nos interessar mais pelo Brasil. Entender porque este país está despertando tanto interesse no mundo e o que ele já está fazendo para sediar as Olimpíadas e a Copa do Mundo, conhecendo suas melhores práticas nessa área do desenvolvimento sustentável', justificou Robles.
No evento, os participantes conheceram as experiências inovadoras de empresas locais, que conseguiram, na prática, desenvolver suas atividades aliadas ao conceito da sustentabilidade. Entre os cases de sucesso, a Natura apresentou o processo produtivo da sua fábrica de Benevides, que utiliza a biodiversidade amazônica e estimula os produtores locais a preservarem o meio ambiente como maneira de manterem uma fonte de renda.
O 2º Congresso Aberje Amazônia teve o patrocínio da Fiepa, Natura e Mineração Rio do Norte, e apoio da Temple Comunicação e Manzano & Associados.
[ 01/06/2011 ] [Portal ORM - Plantão - On line ]
Setor empresarial do Pará e estudantes norte-americanos debatem ações sustentáveis (Cita MRN )
Produzir com sustentabilidade pode ser o grande diferencial na Amazônia. E foi esse tema que chamou a atenção de um grupo de estudantes norte-americanos do MBA da Universidade George Washington (EUA), que vieram conhecer de perto as experiências paraenses que equilibram a produção com a preservação do meio ambiente. Eles participaram nesta quarta-feira (1º) em Belém, do 2º Congresso Aberje Amazônia, promovido pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, na sede da Fiepa (Federação das Indústrias do Estado do Pará).
Com o tema 'Negócios Sustentáveis no Estado do Pará', o Congresso mostrou aos estudantes cases de sucesso na área empresarial com foco na sustentabilidade do negócio. A delegação norte-americana é liderada por dois dos mais respeitados especialistas e autores mundiais em 'negócios na América Latina' - o professor Dr. Mark Starik, chefe do Departamento de Gestão Estratégica e Políticas Públicas, e o professor Dr. Fernando Robles, chefe do Departamento de Negócios Internacionais.
'Os nossos alunos da George Washington University visitam muitos países para conhecerem as experiências de desenvolvimento sustentável. Nesses últimos dois anos, começamos a nos interessar mais pelo Brasil. Entender porque este país está despertando tanto interesse no mundo e o que ele já está fazendo para sediar as Olimpíadas e a Copa do Mundo, conhecendo suas melhores práticas nessa área do desenvolvimento sustentável', justificou Robles.
No evento, os participantes conheceram as experiências inovadoras de empresas locais, que conseguiram, na prática, desenvolver suas atividades aliadas ao conceito da sustentabilidade. Entre os cases de sucesso, a Natura apresentou o processo produtivo da sua fábrica de Benevides, que utiliza a biodiversidade amazônica e estimula os produtores locais a preservarem o meio ambiente como maneira de manterem uma fonte de renda.
A mineração realizada no município de Juruti, pela Alcoa, também foi outro case apresentado no 2º Congresso Aberje. A analista de Sustentabilidade da Alcoa, Milene Maués Lima, destacou as modernas técnicas de revegetação (hidrossemeadura e biomantas) da mina, além das ações ambientais, que já plantaram mais de 110 mil mudas de árvores nativas da região, produzidas em viveiros próprios e comunitários para revegetação das áreas mineradas.
De Belém, a delegação norte-americana seguiu para a Serra dos Carajás, onde visitará a mina de ferro da Vale, no município de Parauapebas. Os estudantes verificarão in loco o investimento da mineradora para atingir uma gestão responsável nas questões econômicas, ambientais e sociais, de maneira integrada.
O 2º Congresso Aberje Amazônia teve o patrocínio da Fiepa, Natura e Mineração Rio do Norte, e apoio da Temple Comunicação e Manzano & Associados.
Mineração deve receber US$ 68,5 bi até 2015.
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03/06/2011
RIO - O forte reaquecimento da demanda mundial por matérias-primas levou o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) a prever um novo ciclo recorde de investimentos para o setor no Brasil: US$ 68,5 bilhões entre 2011 e 2015. A cifra supera os US$ 64,8 bilhões previstos inicialmente para o período.
O maior interesse das empresas por projetos minerais tem como pano de fundo o atual cenário de demanda aquecida e preços elevados. "O setor aposta que a demanda vai continuar forte", previu o presidente do Ibram, Paulo Camillo. "Nunca imaginamos que a recuperação do setor fosse tão rápida (após a crise mundial de 2008). Achamos que só chegaríamos ao nível pré-crise no início de 2012."
Em 2008, quando a crise financeira internacional foi deflagrada, houve uma forte retração na demanda mundial por minério de ferro.
O movimento fez o Ibram rever para baixo a previsão de investimentos. Na época, a previsão inicial era de um orçamento de US$ 57 bilhões para o período de 2008 a 2012.
No auge da retração da economia mundial, em 2009, o Ibram baixou sua projeção em US$ 10 bilhões para o ciclo 2009 a 2013. Mas, o cenário nebuloso saiu rapidamente de cena no setor mineral. Tanto que ao longo de 2009 e 2010, a entidade fez quatro revisões para cima em suas expectativas de investimentos.
O crescimento da demanda impulsionou também os preços. Nos últimos 12 meses, as grandes mineradoras conseguiram um reajuste em torno de 100% no preço do minério de ferro, principal produto de mineração nacional. Puxada pela China, a demanda por matérias-primas continua forte e os sinais de uma pequena recuperação da Europa e dos EUA também contribuem para ampliar o volume comercializado pelo País.
Projetos. Para Camilo, a cifra recorde de US$ 68,5 bilhões reflete a entrada de novos investimentos, como o projeto de vanádio da Largo Mineração, na Bahia, e o de cromita da Ferbasa, no mesmo Estado. Além disso, o estudo passou a contabilizar também os investimentos da Vale em fertilizantes.
Segundo ele, as companhias estão aproveitando o cenário positivo para tirar da gaveta projetos de expansão. "Com esses preços atuais, os projetos vão continuar remunerando significativamente as empresas."
A pesquisa do Ibram revela que os projetos de minério de ferro devem abocanhar aproximadamente dois terços dos investimentos esperados até 2015. A expectativa é que totalizem US$ 44,9 bilhões, valor acima dos US$ 39,2 bilhões esperados para o ciclo anterior. Em segundo lugar estão os projetos de níquel, com orçamento de US$ 6,5 bilhões, seguidos pelos projetos na cadeia do alumínio, que totalizam US$ 5,2 bilhões.
Diante de um cenário positivo, o presidente do Ibram observou ainda que a cifra recorde de investimentos esperada para os próximos cinco anos leva em conta também alguns projetos de pesquisa que se tornaram viáveis e entraram em fase de desenvolvimento.
Retomada do mercado mundial de minério, após a crise de 2008, faz instituto prever número recorde de investimentos no setor no Brasil
RIO - O forte reaquecimento da demanda mundial por matérias-primas levou o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) a prever um novo ciclo recorde de investimentos para o setor no Brasil: US$ 68,5 bilhões entre 2011 e 2015. A cifra supera os US$ 64,8 bilhões previstos inicialmente para o período.
O maior interesse das empresas por projetos minerais tem como pano de fundo o atual cenário de demanda aquecida e preços elevados. "O setor aposta que a demanda vai continuar forte", previu o presidente do Ibram, Paulo Camillo. "Nunca imaginamos que a recuperação do setor fosse tão rápida (após a crise mundial de 2008). Achamos que só chegaríamos ao nível pré-crise no início de 2012."
Em 2008, quando a crise financeira internacional foi deflagrada, houve uma forte retração na demanda mundial por minério de ferro.
O movimento fez o Ibram rever para baixo a previsão de investimentos. Na época, a previsão inicial era de um orçamento de US$ 57 bilhões para o período de 2008 a 2012.
No auge da retração da economia mundial, em 2009, o Ibram baixou sua projeção em US$ 10 bilhões para o ciclo 2009 a 2013. Mas, o cenário nebuloso saiu rapidamente de cena no setor mineral. Tanto que ao longo de 2009 e 2010, a entidade fez quatro revisões para cima em suas expectativas de investimentos.
O crescimento da demanda impulsionou também os preços. Nos últimos 12 meses, as grandes mineradoras conseguiram um reajuste em torno de 100% no preço do minério de ferro, principal produto de mineração nacional. Puxada pela China, a demanda por matérias-primas continua forte e os sinais de uma pequena recuperação da Europa e dos EUA também contribuem para ampliar o volume comercializado pelo País.
Projetos. Para Camilo, a cifra recorde de US$ 68,5 bilhões reflete a entrada de novos investimentos, como o projeto de vanádio da Largo Mineração, na Bahia, e o de cromita da Ferbasa, no mesmo Estado. Além disso, o estudo passou a contabilizar também os investimentos da Vale em fertilizantes.
Segundo ele, as companhias estão aproveitando o cenário positivo para tirar da gaveta projetos de expansão. "Com esses preços atuais, os projetos vão continuar remunerando significativamente as empresas."
A pesquisa do Ibram revela que os projetos de minério de ferro devem abocanhar aproximadamente dois terços dos investimentos esperados até 2015. A expectativa é que totalizem US$ 44,9 bilhões, valor acima dos US$ 39,2 bilhões esperados para o ciclo anterior. Em segundo lugar estão os projetos de níquel, com orçamento de US$ 6,5 bilhões, seguidos pelos projetos na cadeia do alumínio, que totalizam US$ 5,2 bilhões.
Diante de um cenário positivo, o presidente do Ibram observou ainda que a cifra recorde de investimentos esperada para os próximos cinco anos leva em conta também alguns projetos de pesquisa que se tornaram viáveis e entraram em fase de desenvolvimento.
O Estado de São Paulo
Presidente da Vale não crê em novos aumentos de preço do minério de ferro.
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03/06/2011
Murilo Ferreira reuniu-se com o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), e outros deputados petistas para conversar sobre as atividades da empresa. "Viemos fazer a visita porque a Vale sempre precisa manter diálogo franco, aberto e construtivo com todos os Poderes do país." Ele informou que falou sobre os negócios da mineradora no exterior, a importãncia da Vale no setor de mineração e onde ela está crescendo. Mas não fez nenhum comentário sobre o novo marco regulatório do setor de mineração que o governo deve encaminhar ao Congresso.
O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), que participou da reunião, disse que o presidente da Vale informou que a empresa irá construir duas usinas siderúrgicas, uma no Nordeste e a outra na Região Norte.
Brasília - O presidente da mineradora Vale, Murilo Ferreira, disse nesta quinta - feira (2) que o preço do minério de ferro ficará estabilizado ao longo do próximo trimestre. "Não haverá nem aumento nem descréscimo no preço. O próximo trimestre está assegurado". Indagado sobre novas áreas de interesse da Vale, ele disse que a empresa está fazendo análises no Triângulo Mineiro. "A nossa área de exploração mineral está fazendo todas as análises para que a gente possa ter uma avaliação sobre as reservas que temos na região do Trângulo Mineiro".
Murilo Ferreira reuniu-se com o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), e outros deputados petistas para conversar sobre as atividades da empresa. "Viemos fazer a visita porque a Vale sempre precisa manter diálogo franco, aberto e construtivo com todos os Poderes do país." Ele informou que falou sobre os negócios da mineradora no exterior, a importãncia da Vale no setor de mineração e onde ela está crescendo. Mas não fez nenhum comentário sobre o novo marco regulatório do setor de mineração que o governo deve encaminhar ao Congresso.
O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), que participou da reunião, disse que o presidente da Vale informou que a empresa irá construir duas usinas siderúrgicas, uma no Nordeste e a outra na Região Norte.
Agência Brasil
Novo Plano Nacional de Mineração será discutido em audiência pública.
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03/06/2011
De acordo com as metas estabelecidas no Plano, a expectativa é que produção mineral aumente em até cinco vezes, tanto para atender o consumo interno como a exportação. A maioria dos investimentos será da inciativa privada.
Entre as áreas de expansão estão a pesquisa de novas jazidas, a abertura de novas minas e a implantação de unidades de transformação mineral.
A comissão ainda não definiu a data da audiência.
A Comissão de Minas e Energia vai promover audiência com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, sobre o Novo Plano Nacional de Mineração (PNM), que estabelece metas e ações para o setor até 2030. O debate foi proposto pelo deputado Fernando Ferro (PT-PE).
O PNM foi lançado em fevereiro deste ano e a meta estipulada pelo Governo Federal é investir cerca de R$ 350 bilhões nos próximos 20 anos para o setor de mineração. Este é o quarto plano da mineração brasileira – o último foi elaborado em 1994 -, mas, pela primeira vez, o país faz um planejamento de duas décadas para o setor.
De acordo com as metas estabelecidas no Plano, a expectativa é que produção mineral aumente em até cinco vezes, tanto para atender o consumo interno como a exportação. A maioria dos investimentos será da inciativa privada.
Entre as áreas de expansão estão a pesquisa de novas jazidas, a abertura de novas minas e a implantação de unidades de transformação mineral.
A comissão ainda não definiu a data da audiência.
Agência Câmara
Alcoa investe em nova matriz energética
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03/06/2011
A unidade da Alcoa em Poços de Caldas (MG) acaba de completar 46 anos de atividades e tem um excelente motivo para comemorar. Foram concluídas as obras para permitir a substituição do óleo combustível por gás natural nos calcinadores e caldeiras da área produtiva da Refinaria, a mais importante etapa do projeto de implementação da nova matriz energética na fábrica.
O uso do gás natural possibilita ganhos, tanto para a Alcoa, por meio do aumento da eficiência dos equipamentos, quanto para o meio ambiente. “A utilização desta nova matriz energética faz parte das ações de sustentabilidade da Alcoa, inseridas nas metas estratégicas da companhia, que deverão ser implementadas até 2030, e possibilitarão ganhos ambientais consideráveis”, destaca Affonso Bizon, gerente de Operações da Alcoa em Poços de Caldas. “O uso de gás natural em substituição ao óleo combustível, segundo cálculos técnicos, reduzirá em cerca de 31% a emissão de CO2, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, e praticamente elimina as emissões de SO2. Com a entrada em operação da primeira etapa, já conseguimos obter uma redução de 26% de CO2 e de 99,7% de SO2”.
O gasoduto do Sul de Minas
A implementação do projeto na Alcoa foi viabilizado em parceria com a Gasmig, fornecedora do produto por meio do gasoduto do Sul de Minas, que atende as empresas da região desde janeiro de 2010. “A rede conta com 110 quilômetros de extensão, passando pelos municípios de Poços de Caldas, Andradas, Caldas e Jacutinga”, explica Frederico Borges Cordeiro, gerente de Novos Negócios da Gasmig. “A Alcoa é o nosso cliente-âncora no Sul de Minas, tendo sido uma das empresas que viabilizaram a expansão do gasoduto. O consumo da empresa representa 50% da quantidade total de gás fornecida à região”.
Além dos benefícios ambientais proporcionados pelo uso do gás natural em substituição a outros combustíveis, a oferta do produto para a região é um fator de competitividade para a atração de novos empreendimentos industriais, comerciais e de postos de abastecimento de gás natural veicular.
Substituição do óleo combustível por gás natural leva a Alcoa a reduzir emissão de gases de efeito estufa
A unidade da Alcoa em Poços de Caldas (MG) acaba de completar 46 anos de atividades e tem um excelente motivo para comemorar. Foram concluídas as obras para permitir a substituição do óleo combustível por gás natural nos calcinadores e caldeiras da área produtiva da Refinaria, a mais importante etapa do projeto de implementação da nova matriz energética na fábrica.
O uso do gás natural possibilita ganhos, tanto para a Alcoa, por meio do aumento da eficiência dos equipamentos, quanto para o meio ambiente. “A utilização desta nova matriz energética faz parte das ações de sustentabilidade da Alcoa, inseridas nas metas estratégicas da companhia, que deverão ser implementadas até 2030, e possibilitarão ganhos ambientais consideráveis”, destaca Affonso Bizon, gerente de Operações da Alcoa em Poços de Caldas. “O uso de gás natural em substituição ao óleo combustível, segundo cálculos técnicos, reduzirá em cerca de 31% a emissão de CO2, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, e praticamente elimina as emissões de SO2. Com a entrada em operação da primeira etapa, já conseguimos obter uma redução de 26% de CO2 e de 99,7% de SO2”.
O gasoduto do Sul de Minas
A implementação do projeto na Alcoa foi viabilizado em parceria com a Gasmig, fornecedora do produto por meio do gasoduto do Sul de Minas, que atende as empresas da região desde janeiro de 2010. “A rede conta com 110 quilômetros de extensão, passando pelos municípios de Poços de Caldas, Andradas, Caldas e Jacutinga”, explica Frederico Borges Cordeiro, gerente de Novos Negócios da Gasmig. “A Alcoa é o nosso cliente-âncora no Sul de Minas, tendo sido uma das empresas que viabilizaram a expansão do gasoduto. O consumo da empresa representa 50% da quantidade total de gás fornecida à região”.
Além dos benefícios ambientais proporcionados pelo uso do gás natural em substituição a outros combustíveis, a oferta do produto para a região é um fator de competitividade para a atração de novos empreendimentos industriais, comerciais e de postos de abastecimento de gás natural veicular.
Max Press
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Commodities puxam recorde de exportações.
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02/06/2011
Impulsionadas pelos preços das commodities no mercado internacional, as exportações brasileiras voltaram a bater recorde em maio, alcançando US$ 23,211 bilhões. Apesar de ter havido crescimento também nas vendas de industrializados e bens intermediários, o desempenho foi inflado pelos preços de minério de ferro, petróleo, soja e café, que juntos respondem por cerca de um terço dos embarques.
Em relação a maio do ano passado, o crescimento das exportações foi de 25,2%. Na mesma comparação, a expansão das vendas de matérias-primas foi ainda maior, de 34,7% e as de manufaturados, apenas 11,9%. Com isso, a pauta de embarques brasileira tem se concentrado cada vez mais em produtos básicos, que nos primeiros cinco meses de 2011 responderam por 47,8% do total exportado. No mesmo período do ano passado, a participação do segmento era de 43,1%.
"A defesa do governo é o aumento das exportações. Se as vendas de manufaturados estivessem caindo, seria um problema, mas não é isso que está acontecendo. Além disso, não temos problema com crescimento mais forte das commodities, não vamos brigar para o preço cair", avaliou o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Alessandro Teixeira.
Em maio, as exportações de minério de ferro cresceram 57%, com 8% de aumento na quantidade e 46% no preço. O mesmo ocorreu com a expansão de 95% nas vendas de café, com apenas 10% na quantidade e 77% no preço. Já a quantidade embarcada de soja caiu 11%, mas com o encarecimento do produto em 32% o valor exportado aumentou 17%.
Câmbio. Já as vendas de manufaturados devem continuar se expandindo a um ritmo menor por causa do câmbio e da lenta recuperação dos principais consumidores desses bens fabricados no Brasil, como EUA, UE e Japão.
Essa conjuntura também acirra a disputa pelo mercado na América Latina. "Estamos preparando a próxima fase da política industrial. Não substitui o câmbio, mas fortalece e dá competitividade às indústrias brasileiras", disse o secretário.
Enquanto isso, o peso das commodities tem sido tão crucial na balança de maio que, mesmo com o recorde de US$ 19,682 bilhões na compras brasileiras, o saldo ainda foi positivo em US$ 3,529 bilhões. No acumulado do ano, o superávit já chega a US$ 8,558 bilhões, 52,5% acima do mesmo período de 2010.
Preços do minério de ferro, petróleo, soja e café fizeram as exportações somarem US$ 23,211 bi em maio
Impulsionadas pelos preços das commodities no mercado internacional, as exportações brasileiras voltaram a bater recorde em maio, alcançando US$ 23,211 bilhões. Apesar de ter havido crescimento também nas vendas de industrializados e bens intermediários, o desempenho foi inflado pelos preços de minério de ferro, petróleo, soja e café, que juntos respondem por cerca de um terço dos embarques.
Em relação a maio do ano passado, o crescimento das exportações foi de 25,2%. Na mesma comparação, a expansão das vendas de matérias-primas foi ainda maior, de 34,7% e as de manufaturados, apenas 11,9%. Com isso, a pauta de embarques brasileira tem se concentrado cada vez mais em produtos básicos, que nos primeiros cinco meses de 2011 responderam por 47,8% do total exportado. No mesmo período do ano passado, a participação do segmento era de 43,1%.
"A defesa do governo é o aumento das exportações. Se as vendas de manufaturados estivessem caindo, seria um problema, mas não é isso que está acontecendo. Além disso, não temos problema com crescimento mais forte das commodities, não vamos brigar para o preço cair", avaliou o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Alessandro Teixeira.
Em maio, as exportações de minério de ferro cresceram 57%, com 8% de aumento na quantidade e 46% no preço. O mesmo ocorreu com a expansão de 95% nas vendas de café, com apenas 10% na quantidade e 77% no preço. Já a quantidade embarcada de soja caiu 11%, mas com o encarecimento do produto em 32% o valor exportado aumentou 17%.
Câmbio. Já as vendas de manufaturados devem continuar se expandindo a um ritmo menor por causa do câmbio e da lenta recuperação dos principais consumidores desses bens fabricados no Brasil, como EUA, UE e Japão.
Essa conjuntura também acirra a disputa pelo mercado na América Latina. "Estamos preparando a próxima fase da política industrial. Não substitui o câmbio, mas fortalece e dá competitividade às indústrias brasileiras", disse o secretário.
Enquanto isso, o peso das commodities tem sido tão crucial na balança de maio que, mesmo com o recorde de US$ 19,682 bilhões na compras brasileiras, o saldo ainda foi positivo em US$ 3,529 bilhões. No acumulado do ano, o superávit já chega a US$ 8,558 bilhões, 52,5% acima do mesmo período de 2010.
O Estado de São Paulo
Vale recebe novos rebocadores.
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02/06/2011
A entrega, ainda este mês, do último rebocador de uma série de onze encomendados pela Vale ao estaleiro Detroit no final de 2008, encerra o contrato, pois todas as embarcações tiveram suas performances contratuais atendidas e os prazos reduzidos em seis meses, o que permitiu o início de operação antecipado das embarcações. Estes rebocadores, os maiores em operação no País, serão os responsáveis pelas atracações portuárias dos super navios mineraleiros de 400 mil toneladas de porte bruto, chamados de Valemax, que a Vale está colocando em operação no transporte de minério.
Segundo Josuan Moraes Jr, diretor comercial do Grupo Detroit, o contrato destas embarcações significou a geração de aproximadamente 350 empregos diretos e outros 1000 indiretos e, dada à falta de mão de obra especializada no mercado, a implementação desta equipe foi decisiva para que o estaleiro estivesse preparado para assumir os novos contratos que estão por vir. Porém, a manutenção deste efetivo depende dessas novas contratações. “O cumprimento dos prazos contratuais, a qualidade de nossos produtos, a seriedade e o comprometimento com que são tratados os recursos de nossos clientes, é que capacitam a Detroit Brasil a assumir este e outros contratos com a segurança que a Vale necessita para que seus empreendimentos recebam seus ativos nas datas pré-determinadas e nos custos contratados” diz o executivo.
Nesse momento o estaleiro disputa com outras empresas um novo contrato seriado de oito empurradores fluviais para a Vale, que vão possuir um alto padrão de engenharia aplicada em função da potência requerida e da séria restrição de calado, visto que irão operar na hidrovia Paraná-Paraguai.
O Estaleiro Detroit Brasil Ltda, realizará na próxima sexta feira (03/06) dois eventos simultâneos para a Vale. Nesse dia será lançado as águas do Rio Itajaí o Rebocador “Praia Mole” e na mesma cerimônia será entregue o Rebocador “Hélio Ferraz”, em homenagem a um dos pioneiros da companhia no Espírito Santo. As embarcações são azimutais, têm 32 metros de comprimento, 11,60 m de boca e 75 toneladas de tração estática. Os rebocadores são de projeto próprio da Detroit e ratificam a capacidade do estaleiro em assumir contratos de embarcações seriadas e com tecnologia de ponta agregada.
A entrega, ainda este mês, do último rebocador de uma série de onze encomendados pela Vale ao estaleiro Detroit no final de 2008, encerra o contrato, pois todas as embarcações tiveram suas performances contratuais atendidas e os prazos reduzidos em seis meses, o que permitiu o início de operação antecipado das embarcações. Estes rebocadores, os maiores em operação no País, serão os responsáveis pelas atracações portuárias dos super navios mineraleiros de 400 mil toneladas de porte bruto, chamados de Valemax, que a Vale está colocando em operação no transporte de minério.
Segundo Josuan Moraes Jr, diretor comercial do Grupo Detroit, o contrato destas embarcações significou a geração de aproximadamente 350 empregos diretos e outros 1000 indiretos e, dada à falta de mão de obra especializada no mercado, a implementação desta equipe foi decisiva para que o estaleiro estivesse preparado para assumir os novos contratos que estão por vir. Porém, a manutenção deste efetivo depende dessas novas contratações. “O cumprimento dos prazos contratuais, a qualidade de nossos produtos, a seriedade e o comprometimento com que são tratados os recursos de nossos clientes, é que capacitam a Detroit Brasil a assumir este e outros contratos com a segurança que a Vale necessita para que seus empreendimentos recebam seus ativos nas datas pré-determinadas e nos custos contratados” diz o executivo.
Nesse momento o estaleiro disputa com outras empresas um novo contrato seriado de oito empurradores fluviais para a Vale, que vão possuir um alto padrão de engenharia aplicada em função da potência requerida e da séria restrição de calado, visto que irão operar na hidrovia Paraná-Paraguai.
A Mídia do Petróleo
Cobre: Fabricantes usam mais de 80% da capacidade até março.
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02/06/2011
Segundo o Sindicato da Indústria de Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não-ferrosos do Estado de São Paulo (Sindicel), o setor de cobre está otimista em relação à produção. O levantamento mostra que 63% dos fabricantes de fios, cabos e semimanufaturados de cobre e suas ligas utilizaram mais de 80% do parque fabril no primeiro trimestre de 2011. O estudo aponta ainda que nenhuma das empresas utilizou capacidade inferior a 60%. As que utilizaram entre 60% e 80% da produção somam 38%. “O crescimento dos setores como a Banda Larga e a Tecnologia da Informação (TI) vem gerando bons negócios para a indústria de cobre”, explica Sérgio Aredes, presidente do Sindicel. Cerca de 38% dos empresários do setor investiram na produção industrial durante o primeiro trimestre. Para 13%, os investimentos foram superiores a 10% e 25% das indústrias registraram aporte de até 10%.
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