sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Alcoa começa a construir complexo de alumínio na Arábia Saudita

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12/08/2011

A gigante americana Alcoa e a estatal saudita Ma'aden anunciaram o início da construção de uma refinaria de alumina na Arábia Saudita. O projeto, que demandará investimentos de US$ 10,8 bilhões, extrairá bauxita e refinará o minério, transformando-o em alumina, que será processada em uma fundidora com capacidade para 740 mil toneladas anuais.

A Ma'aden é a principal acionista da parceria, com 75%, ficando os 25% restantes com a Alcoa. O complexo vai abastecer o mercado local e dos vizinhos médio-orientais. A planta laminadora e a fundidora começarão a produzir em 2013, com a mina e a refinaria seguindo em 2014.
Geólogo.com.br

Grupo Votorantim abre inscrições para Programa de Trainee 2012.

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12/08/2011

O Grupo Votorantim abre nesta sexta-feira (12) as inscrições para o Programa de Trainee 2012, que neste ano oferece 60 vagas no Brasil.

Os participantes terão a oportunidade de conhecer e atuar na holding ou nas unidades de negócio – nas áreas de cimento, metais, energia e celulose e papel (Fibria).

Podem participar jovens que concluíram a faculdade a partir de dezembro de 2009 ou que encerrarão até dezembro de 2011. Os cursos aceitos são as engenharias, geologia, economia, agronomia, administração, ciências contábeis, marketing, psicologia e direito.

As inscrições vão até 12 de setembro e a previsão é que a seleção aconteça até dezembro. Os jovens selecionados começam a trabalhar no Grupo Votorantim em janeiro de 2012.

As inscrições devem ser feitas pelo site www.traineesvotorantim.com.br e, conforme a evolução no processo de seleção, o candidato passará por fases de dinâmicas de grupo, quiz para identificação da aderência aos valores do Grupo Votorantim e etapa presencial com os gestores.

O programa será divididos em dois perfis: um destinado para quem tem o interesse em iniciar a carreira na função de especialista, disposto a trabalhar em fábricas, mineração ou florestas e fazer trabalhos de campo, e o outro para atuar no corporativo, em áreas como marketing, finanças, comercial, recursos humanos, suprimento e logística.

O programa tem duração de 18 meses e prevê que o desenvolvimento dos trainees se dê em três níveis: pessoal, profissional e sociocultural, esse último com atuação no Instituto Votorantim para que o jovem conheça a realidade social do país, os princípios de sustentabilidade que norteiam a atuação do grupo e as diretrizes de relacionamento com todos os envolvidos no contexto das operações.

Os profissionais selecionados também terão a oportunidade de participar da Academia de Excelência Votorantim, que tem o objetivo de disseminar os valores do grupo e desenvolver nos profissionais as competências necessárias para suportar o crescimento da empresa nos próximos anos. Os jovens terão formação sobre práticas de negócio e atividades que visam aprimorar o autoconhecimento e apoiar o desenvolvimento pessoal.
G1

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Demanda deve continuar alta .

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[ 11/08/2011 ] [Diário do Pará - B / Economia - 07 ] 
 

Música na praça.

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[ 11/08/2011 ] [Amazônia - Show / Na agenda - 24 ] 
 

Posco entra em parceria siderúrgica no Brasil e quer mineração na Colômbia.

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11/08/2011

A Posco, gigante siderúrgica sul-coreana, informou na segunda-feira que está discutindo com o governo da Colômbia o desenvolvimento de jazidas de minério de ferro, carvão e outros minerais no país, e que espera chegar a um acordo preliminar em setembro. O presidente da empresa, Chung Joon-Yang, encontrou-se com o presidente Juan Manuel Santos na sexta-feira e os dois acertaram a busca conjunta de oportunidades para desenvolvimento mineral no país sul-americano.

O executivo da Posco ainda se reuniu com Serafino Lacono, presidente da mineradora local Pacific Rubiales, que explora ferro, carvão e petróleo, de olho em parcerias entre as duas empresas. Depois dos encontros colombianos, Chung veio ao Brasil, onde assinou o acordo para construção de uma siderúrgica no Ceará, com capacidade para produzir 3 milhões de toneladas de aço por ano, a partir de 2014.
Geólogo.com.br

China negocia refinaria de cobre na Argentina.

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11/08/2011

A Argentina está conversando com investidores chineses sobre a construção de uma refinaria de cobre de US$ 750 milhões no país, segundo o secretário de Mineração argentino, Jorge Mayoral. "Nós temos discutido essa questão com empresas chinesas que produzem cátodo de cobre, que são consumidoras de cobre, e estão ansiosas para ter esse tipo de relação comercial com a Argentina", disse.
O Estado de São Paulo

Vale inicia operação em CD no Omã.

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11/08/2011

A Vale começa a operar em agosto o Centro de Distribuição de minérios e pelotas, localizado em Sohar, no sultanato de Omã. O CD tem capacidade para movimentar 40 milhões t de granéis sólidos. A primeira carga de minério será destinada a Omã em breve - uma mistura do Porto de Tubarão (ES) e do Terminal Privativo de Ponta de Madeira (MA). O projeto de Omã tem uma pelotizadora com duas linhas de produção e um CD, com unidade para misturar minério e pelotas, que dará maior valor a qualidade do minério.
Brasil Mineral

Chile busca investimentos do Brasil.

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11/08/2011

Com uma economia dependente de cinco produtos de exportação e de 21 acordos comerciais acertados com 58 países ao redor do globo, o Chile quer ampliar os investimentos estrangeiros no país e vê no Brasil potencial para novas parcerias.

"Estamos tentando atrair investimentos brasileiros ao Chile", afirma Matías Mori, vice-presidente executivo do Comitê de Investimentos Estrangeiros (CIE), órgão ligado ao Ministério da Economia chileno.

Hoje, o Brasil tem investimentos no setor financeiro, infraestrutura e construção, indústrias de mineração e metalurgia, química e de alimentos do Chile, principalmente. No entanto, os volumes investidos - e concretizados - ainda são muito pequenos. No período de 1974 a 2010, empresas do Brasil aportaram US$ 612 milhões no Chile, apenas 0,79% dos US$ 77,261 bilhões totais investidos por diferentes origens considerando o intervalo de 36 anos, segundo o Comitê de Investimentos Estrangeiros.

Os números consideram investimentos feitos por meio do chamado Decreto Lei 600, que se aplica a projetos novos com aporte superior a US$ 5 milhões em moedas estrangeiras. Quando o investimento compreende bens físicos ou tecnologia, o montante mínimo é de US$ 2,5 milhões. Investimentos feitos por meio desse mecanismo só podem remeter capital à matriz após um ano.

Para Matías Mori, há potencial para novos investimentos brasileiros em infraestrutura, como obras de reconstrução por conta do terremoto que atingiu o Chile em fevereiro de 2010 e projetos turísticos e imobiliários. Há potencial também no setor energético, um dos gargalos do país andino, que depende, em grande parte, de gás natural importado e enfrenta atualmente resistências de ambientalistas para a construção de hidrelétricas na região sul.

Segundo Mori, o comitê teve recentemente "conversas preliminares" com representantes da Eletrobras. A estatal brasileira mostrou interesse e pediu informações, diz o executivo, sobre a atual licitação para ampliação das linhas de transmissão elétrica do Sistema de Interconexão Central do Chile. O interesse da Eletrobras seria, segundo ele, participar eventualmente da licitação, mas não adquirir diretamente licenças. "O Brasil é mais competitivo em energia, tem experiência, capacidade instalada".

A questão energética é, aliás, o calcanhar de aquiles chileno. E Mori admite isso. "O Chile tem problema energético importante. Há poucos recursos e o valor por quilowatt é muito elevado".

Um projeto de hidrelétrica, no sul do país, tocado pelas Centrais Hidroelétricas de Aysén, na cidade de Aysén, na Patagônia chilena, já recebeu a licença ambiental para a represa, segundo Matías Mori. Agora, falta a autorização ambiental para a instalação das linhas de transmissão. "Temos problema de energia e qualquer forma de geração vai ter algum impacto [ambiental]", diz.

Na avaliação do executivo, a forma de atrair investimentos ao Chile, apesar da perspectiva do custo elevado de energia, é mostrar "as outras vantagens" do país. "O investidor vai ter custos com energia mais altos, mas estará se instalando num país transparente, com impostos baixos, com estabilidade política e social. Temos argumentos para mostrar que o país é um bom destino", acrescenta.

Hoje, os países que mais investem no Chile são Espanha, EUA, Canadá e Reino Unido. O foco é buscar investidores, além do Brasil, em outros emergentes, como Rússia, Índia, China, países que "vão ter de investir fora para não criar inflação em seus próprios mercados", afirma Mori. "Queremos que a torta seja grande e que mais (países) venham comer", conclui. (AAR)
Valor Econômico

Demanda por minério de ferro deve seguir alta e ajudar balança.

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11/08/2011

A demanda por minério de ferro chinês tende a seguir alta apesar da crise, o que pode ajudar o Brasil em caso de recessão mundial. A Vale trabalha com cenário de estabilidade para o preço do produto nos próximos seis meses, em nível elevado. A expectativa do diretor de marketing, José Carlos Martins, é que o terceiro trimestre repita ou supere a média de preço do segundo. A commodity bateu em US$ 145,30 a tonelada no segundo trimestre, o maior preço médio já alcançado na história da mineradora. "Estou moderadamente otimista, mas tudo depende do impacto da desaceleração do Ocidente sobre a Ásia, com destaque para a China, nossa maior cliente", disse ele.

Ontem, foi divulgado o superavit comercial da China com o resto do mundo, que chegou a US$ 31,5 bilhões em julho, o maior valor mensal desde janeiro de 2009. Mas, com o Brasil, o país teve deficit de US$ 1,96 bilhão.
 
Folha de São Paulo

Parlamentares se reúnem com representantes da mineração

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11/08/2011

Integrantes da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Infraestrutura Nacional, presidida pelo Deputado Arnaldo Jardim (PPS/SP), foram recebidos na última quarta-feira, dia 10, pelo Conselho Diretor do IBRAM, pela Diretoria Executiva do Instituto e representantes do setor mineral.

Parlamentares, Conselho Diretor do IBRAM e representantes do setor reunidos no Instituto
 
Na oportunidade, o Presidente do IBRAM, Paulo Camillo Penna fez uma apresentação do atual cenário e perspectivas da atividade minerária. Os debates também abordaram as propostas de mudança na legislação gestadas no âmbito do Poder Executivo.

“Hoje se discute muito o aumento dos royalties por causa de uma carência que os municípios apresentam na repartição tributária e não de uma ausência da tributação ou encargo. O Brasil é um dos países que mais tributa seus minérios”, afirma o Vice-Líder do PR na Câmara Federal, Deputado Bernardo Santana de Vasconcellos (PR/MG).
 

Vice-Líder do PR na Câmara Federal, Deputado Bernardo Santana de Vasconcellos (PR/MG), e Presidente do IBRAM, Paulo Camillo Vargas Penna.
 
Além do Presidente da Frente Parlamentar, Deputado Arnaldo Jardim, e do o vice-líder do PR na Câmara Federal, Deputado Bernardo Santana de Vasconcellos,  estiveram presentes os deputados Danilo Forte (PMDB/CE), Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG) Marcos Montes (DEM/MG), Antônio Imbassahy (PSDB/BA), Eduardo Sciarra (PSD/PR).