quinta-feira, 2 de junho de 2011

Vale terá mina no Norte do estado.

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02/06/2011

Empresa planeja investir R$ 560 milhões na exploração de jazidas na região, vista como nova fronteira da mineração

A promessa de retorno das jazidas de minério de ferro do Norte de Minas, que só ganharam visibilidade com a expressiva alta da matéria-prima no mercado internacional nos últimos anos, atraiu a Vale, segunda maior mineradora do mundo. Os planos da companhia para a região foram oficializados ontem ao governo de Minas Gerais, com um orçamento de R$ 560 milhões em investimentos previstos do ano que vem a 2014, no desenvolvimento e implantação de mina. As reservas da Vale se estendem pelos municípios de Serranópolis de Minas, Riacho dos Machados, Grão Mogol e Rio Pardo de Minas., com potencial de produção de 600 mil toneladas por ano indicado nas pesquisas em andamento.

Conforme nota da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, o diretor da Vale em Minas, Marcelo Guimarães Fenelon, informou que o minério será escoado por rodovia até o pátio de embarque da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), controlada pela mineradora, em Porteirinha. Do terminal, o material seguirá em linha férrea para escoamento no Porto de Aratu, em Salvador.

Considerado uma nova fronteira da mineração em Minas, o Norte do estado, com reservas estimadas em 20 bilhões de toneladas em 20 municípios, é alvo de investimentos definidos em protocolos anteriores de intenção firmados com o governo estadual. A Mineração Minas Bahia (Miba), em consórcio de investidores, tem projeto para implantar até 2014 uma usina de concentração de minério em Grão Mogol e Rio Pardo de Minas. O grupo Votorantim anunciou, recentemente, parceria com a chinesa Honbridge Holdings Limited, num empreendimento de R$ 3,2 milhões, que compreende mineração, mineroduto como logística de transporte, e porto na Bahia. Em Riacho dos Machados, está, ainda, sendo desenvolvida a reserva de ouro da Mineração Riacho dos Machados.

O projeto da Vale deverá gerar 500 empregos diretos e indiretos na fase de implantação e 250 postos de trabalho, também diretos e indiretos, nas operações da reserva. A companhia distribuiu nota no fim da tarde de ontem informando que vai promover treinamento da mão de obra local, que terá prioridade no preenchimento das vagas.

ALERTA COMO AÇO Depois da invasão histórica de produtos siderúrgicos em 2010, que abocanharam 20% do consumo interno ante uma média de 6% nos anos anteriores, os produtores brasileiros do aço alertam para a crescente queda da presença da indústria nacional no mercado doméstico. Eles cobram do governo a adoção de medidas de defesa comercial para o setor e para o segmento de seus maiores clientes, como construção civil e montadoras de automóveis. Além disso, esperam desoneração dos custos de produção no país, começando pela folha de pagamento. “Todas as cadeias produtivas do aço continuam sendo seriamente afetadas por fatores adversos como câmbio, dumping, guerra fiscal dos estados e especulação com excedentes mundiais", afirmou André Gerdau Johannpeter, presidente do Grupo Gerdau e do Conselho do Instituto Aço Brasil (IABr). Segundo ele, estudo a ser divulgado em julho pelo Instituto Latinoamericano do Aço (Ilafa) revela que a participação dos manufaturados nos cinco maiores Produtos Internos Brutos (PIB) da América Latina, com Brasil e México à frente, recuaram de 17% para 15% na última década. No Brasil, a redução foi de 19% em 2000 para 15% no ano passado. (Colaborou Sílvio Ribas)
Estado de Minas

Vale patrocina o 23 º Fascículo Amazônia Sustentável do Jornal O Liberal.

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[ 02/06/2011 ] [O Liberal - Atualidades - 04 ] 
 

Sinobrás expõe em São Paulo.

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[ 02/06/2011 ] [O Liberal - Polícia/Sul e Sudeste do Estado - 06 ] 
 

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Vale quer atuar nos dois elos da cadeia produtiva.

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[ 01/06/2011 ] [Valor Econômico - On Line / Impresso - - ] 
 
 
Executivo com a maior parte da carreira feita na Vale, onde foi diretor de siderurgia do grupo, Murilo Ferreira assumiu a presidência da companhia em meio a disputas entre o governo e grandes acionistas privados. O Planalto tem interesse em ver a empresa apoiando projetos de siderurgia. Em 20 de maio deste ano, na primeira entrevista coletiva depois de conduzido ao posto pelo Conselho de Administração, Ferreira foi direto: "Em relação à siderurgia, é importante salientar que a Vale é uma mineradora, ponto." Mas foi também conciliador em relação à siderurgia: "Existe esse anseio fora do Brasil. Então, precisamos encontrar uma solução de consenso."
 

A frase direta resume a prioridade que o 'core business' da Vale, minério de ferro e logística, adquiriu nos planos de investimento desde a privatização nos anos 90. A tendência se acentuou em 2001, com o descruzamento de participações acionárias entre a Vale e a CSN, mas não afastou a empresa do setor de aço.
 

"Fora do Brasil, como gestor da Vale Níquel, pude observar com muita clareza que existe esse mesmo anseio", disse Ferreira, referindo-se à atuação da companhia nos dois elos da cadeia produtiva (mineração e siderurgia).
 

Presidente do conselho de administração da Vale e representante da Previ, maior fundo de pensão do país, Ricardo Flores segue no mesmo tom: "Temos investimentos dentro desse orçamento que seguirão nessa rota de diversificação, mas com criação e agregação de valor à empresa".
 

Com a experiência de quem comandou a montagem da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), Aristides Corbellini é agora o responsável pelo acompanhamento mais direto das negociações e obras das usinas novas em que há investimento da Vale. Procura transmitir entusiasmo: "O compromisso da Vale com o setor siderúrgico brasileiro não é de hoje. Há quase 20 anos a empresa vem participando com seus parceiros em empreendimentos como a Usiminas, CSN, CST, Açominas e ThyssenKrupp CSA Siderúrgica do Atlântico, inaugurada em 2010".
 

Corbellini mostra-se otimista em relação aos novos projetos, como o do Pará. Sobre as negociações para atrair clientes siderúrgicos, como usinas japonesas, coreanas, europeias e chinesas, ele afirma que a Vale está sempre aberta a parcerias para projetos siderúrgicos que possam fortalecer a indústria do aço no país.
 

"Foi assim com a ThyssenKrupp no projeto da CSA que já se encontra em operação. Na CSP, no Ceará, já contamos com dois parceiros importantes: as coreanas Dongkuk e Posco, que terão respectivamente participação de 30% e 20%. No caso da CSU, no Espírito Santo, já estabelecemos contatos preliminares com vários interessados em participar do empreendimento, embora, até agora, o foco da Vale tenha sido licenciar o empreendimento e assegurar os terrenos, já que estes são os dois principais fatores de incerteza, principalmente para investidores estrangeiros."
 

O diretor não enxerga o crescimento da China como um inibidor de investimentos em siderurgia no Brasil. Embora o país seja um importante mercado para o minério de ferro da Vale, as vendas para a China representam apenas 15% do consumo desta matéria-prima naquele país. "A Vale tem uma estratégia muito clara em relação ao setor: buscamos promover o crescimento da siderurgia no Brasil, criando demanda adicional ao minério, gerando riqueza e desenvolvimento para o país. A crescente demanda chinesa não interfere nos nossos objetivos. A expansão do parque siderúrgico no Brasil é regida por dinâmica própria e nada tem a ver com o crescimento da siderurgia chinesa que, por sua vez, é regido pela dinâmica própria daquele mercado."

Cultura na praça está de volta em Porto Trombetas (Cita MRN).

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[ 01/06/2011 ] [Blog Amazônia Acontece - Online ] 
 
 
Circuito Junino de Oriximiná será a principal atração em Porto Trombetas.
Está marcada para o dia 03 de junho a primeira edição do Cultura na Praça 2011. O evento, realizado desde o ano passado na praça central de Porto Trombetas, contará com a participação de dois grupos do Circuito Junino de Oriximiná. A programação é aberta ao público e tem início às 18h30.
 
 Promovido pela Associação de Grupos Folclóricos de Oriximiná (ASGRUFO), o Circuito Junino de Oriximiná irá mobilizar 16 grupos folclóricos no período de festas juninas com apresentações de 10 quadrilhas, quatro cordões de pássaros e dois bois bumbás. A MRN patrocina integralmente o projeto por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
 
De acordo com José Haroldo Paula, gerente do Departamento de Relações Comunitárias da MRN, o patrocínio da empresa também representa uma forma de incentivo às outras empresas para que apoiem a cultura regional. “A MRN sempre se preocupou e apoiou as manifestações culturais da região e, em 2008, a empresa passou a ter acesso a incentivos fiscais nesta área. Este é o primeiro projeto genuinamente Oriximinaense aprovado em duas leis de incentivo a cultura (federal e estadual) e a MRN vê o patrocínio como uma forma de incentivar outras instituições locais a buscarem estas leis e patrocínios”, afirma.
 
Agende-se – Circuito Junino de Oriximiná com apresentação em Porto Trombetas no dia 3 de junho, durante o primeiro Cultura na Praça de 2011.

Vale segue otimista com demanda chinesa.

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01/06/2011

RIO - A Vale segue otimista com o mercado chinês e acredita que as medidas tomadas pelo governo da China para conter o crescimento econômico e a inflação terão efeito apenas em atividades diretamente ligadas ao consumo e não na construção civil, grande demandante de aço. Apesar dos temores a respeito de um freio na economia chinesa, a mineradora brasileira garantiu que não há nenhuma sinalização de que a demanda por minério de ferro vai enfraquecer.

"A gente não trabalha com esse cenário porque não há sinais de que isso vai acontecer", afirmou o diretor financeiro da Vale, Guilherme Cavalcanti, lembrando que o primeiro efeito de uma desaceleração seria sobre o preço do minério de ferro, que atualmente está na casa de US$ 170 a tonelada no mercado spot (à vista). "Estamos vendendo todo o minério que produzimos e, se produzíssemos mais, venderíamos mais", acrescentou.

O executivo, que participou do Rio Investor's Day, no Rio de Janeiro, ressaltou que o planejamento do governo chinês aponta para a construção de 22 novas cidades por ano, o que significa uma demanda constante por aço e, por consequência, por minério de ferro. Só para este ano a expectativa é de que 10 milhões de casas populares sejam construídas no país asiático.

"Tem um certo freio no consumo para segurar a inflação, mas não é o que a gente está vendo na construção", disse, apostando na manutenção dos altos patamares dos preços do minério.

O diretor aproveitou para mostrar otimismo também em relação ao comportamento futuro das ações da companhia, que oscilaram desde o fim do ano passado por conta das incertezas sobre possível orientação política na mudança de comando da mineradora.

Cavalcanti destacou que, desde que o presidente Murilo Ferreira assumiu o posto no lugar de Roger Agnelli, há pouco mais de uma semana, o comando da Vale deu diversas indicações de que não houve ingerência política, mas apenas uma alternância natural na presidência.

"O Murilo é prata da casa e é uma excelente indicação de que não houve interferência política", disse, apostando no aumento da procura dos investidores pelos papéis da companhia com as recentes indicações de que os investimentos serão mantidos pelo novo presidente.

Cavalcanti também explicou que a abertura de capital da área de fertilizantes da Vale não está descartada, mas notou que a análise é diferente da que foi feita em 2009, quando a mineradora comprou a Fosfértil. Na época, a crise internacional havia criado a necessidade de busca por recursos para que os projetos na área de fertilizantes fossem à frente. De lá para cá, o caixa da mineradora cresceu de forma expressiva e uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) "não é fator crítico".

"Estamos olhando outros fatores críticos, como trazer novos investidores, e vamos colocar na balança para decidir, daqui a um tempo, se a gente vai ou não persistir nessa estratégia [de IPO]", destacou.
Bol

CSN quer produzir 84 milhões de toneladas de minério de ferro.

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01/06/2011

Empresa pretende ampliar produção até 2015, mas descarta IPO de ativos de mineração no curto prazo

O diretor financeiro da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Paulo Penido, afirmou nesta terça-feira que a meta da empresa é atingir uma capacidade de produção de 84 milhões de toneladas de minério de ferro em 2015. Hoje, a CSN produz cerca de 30 milhões de toneladas.

Apesar dos planos ambiciosos de expansão, Penido descartou uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de ativos de mineração no curto prazo. Segundo o diretor, os projetos no setor estão sendo revistos e será preciso concluir o plano de investimento na Namisa, empresa de mineração da qual a CSN detém 60% do controle e os outros 40% estão nas mãos de sete investidores asiáticos.

Em palestra no seminário Rio Investors Day, Penido explicou que a discussão em torno do IPO para o setor andou de forma mais vigorosa em relação à mina de Casa de Pedra, mas ficou "parada" em relação à Namisa.
 
IG

Lobão: Dilma pede pressa à Fazenda sobre royalties da mineração.

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01/06/2011

A presidente Dilma Rousseff pediu pressa ao Ministério da Fazenda para concluir a análise sobre o que será feito com os royalties do setor de mineração, informou nesta terça-feira o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

"A presidente pediu pressa e acredito que em um mês, no máximo, a decisão da Fazenda será encaminhada para a Casa Civil", disse Lobão à Reuters.

Segundo ele, caberá ao Ministério da Fazenda definir se haverá ou não aumento das alíquotas dos royalties cobrados do setor.

A discussão sobre o aumento dos royalties da mineração foi iniciada no governo anterior, mas um eventual aumento ficou para ser resolvido pela presidente Dilma Rousseff.

O governo prepara o envio de três leis ao Congresso para mudar as regras da produção mineral.

A primeira reformula o código de mineração, fixando prazos para que os detentores de direitos de lavra iniciem as pesquisas e a produção. A segunda cria a Agência Nacional da Mineração, que regulará o setor, e a terceira refere-se aos royalties.

De acordo com Lobão, ainda não há uma decisão tomada sobre as alíquotas.

O ministro afirmou ainda que também está na fase final de análise, dependendo de uma decisão da presidente Dilma, a questão das concessões do setor elétrico, que vencerão a partir de 2015.

"O assunto está submetido à presidenta", disse Lobão.
Yahoo! Brasil

Vale quer investir mais no setor de fertilizantes.

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01/06/2011

A Vale pretende intensificar os investimentos no setor de fertilizantes. O diretor de Relações com Investidores da companhia, Guilherme Cavalcante, disse nesta terça-feira que a demanda continuará em alta com a expansão econômica do País.

"Fertilizante é um setor no qual estamos apostando e, no longo prazo, vamos continuar investindo nos próximos anos ", afirmou, durante o seminário Rio Investors Day.

Cavalcante avaliou que realizar uma oferta pública de ações não é um "fator crítico" para a Vale Fertilizantes captar recursos. Segundo ele, a possibilidade do IPO (oferta pública inicial) ainda está sendo avaliada, e não há qualquer decisão tomada. Em debate para uma plateia formada por empresários e investidores, o executivo procurou sinalizar que a Vale terá uma atuação independente e sem interferência governamental na gestão do novo presidente, Murilo Barbosa.

Ele admitiu que a mudança na presidência da mineradora causou desconfiança entre investidores e foi decisiva na recente queda no valor das ações. Citou ainda a revisão do código de mineração como fator de influência.

"O preço da ação está bastante depreciado. Mas a nomeação do novo presidente mostrou que não houve interferência governamental na Vale", disse.
DCI