terça-feira, 16 de agosto de 2011

Ouro chega a R$ 92 em Itaituba

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16/08/2011

Consequência da crise financeira mundial, o preço do ouro aumenta a cada dia.

Na capital do minério no oeste do Pará, Itaituba, o grama ultrapassou a barreira dos R$ 90.

Com tendência de alta, chegou a ser comercializado, segundo Jota Parente, a R$ 92/grama na semana passada.

A maior parte do ouro lavrado no Brasil, cerca de 75%, é exportado. Os maiores compradores são Reino Unido (45%), Suíça (32%), Emirados Árabes (12%) e Estados Unidos (9%).

E quem os compra é principalmente empresas do setor financeiro, que buscam no ouro um ativo seguro e em valorização em tempos de instabilidade como os que se vive hoje.
Blog do Jeso

Ouro: Pará quer ser segundo maior produtor

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16/08/2011

Brasília - Pelo fluxo de investimentos que tem atraído, o Pará será o segundo maior produtor de ouro no país nos próximos cinco anos, perdendo só para Minas Gerais. O Estado da região Norte detém 47% dos 6.007 requerimentos de pesquisa para ouro que estão no Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para avaliação.

De 2011 a 2014, o Pará vai receber US$ 738 milhões (R$ 1,2 bilhão) para exploração de três novas jazidas, o que representa 30% do aporte previsto no setor de ouro brasileiro entre 2011 e 2015. A maior parte do dinheiro vem do Canadá.

A Bahia, segunda maior produtora atual, receberá US$ 70 milhões (R$ 114 milhões) nesse período, e não há inversões previstas para Goiás, terceiro maior produtor. Minas Gerais, produtor tradicional, ficará com 50% do total de investimentos previstos - US$ 1,2 bilhão, R$ 1,96 bilhão.

O Pará será estratégico para a meta do governo brasileiro de chegar a 2017 produzindo 130 toneladas de ouro por ano mais do que o dobro da produção do ano passado, de 57,9 toneladas. O Estado produziu apenas três toneladas em 2010, mas, com os novos investimentos, a previsão é que passe a 20 toneladas/ano.

Entre os três grandes projetos canadenses, o maior é o Tocantinzinho, mina localizada no rio Tapajós, comprada em 2010 pela Eldorado Gold da empresa Brazauro. A Eldorado Gold informou que vai investir US$ 383 milhões (R$ 624 milhões) no empreendimento até 2014.

Reservas - Enquanto países como Coreia do Sul e Tailândia compram ouro para se proteger da crise, no Brasil a quantidade do metal nas reservas internacionais é a mesma desde outubro de 2002. Segundo dados do Banco Central (BC), o país possui 1,08 milhão de onças troy, o equivalente a US$ 1,76 bilhão (R$ 2,9 bilhões) no final de julho. A onça troy equivale a 31,1 gramas.

Isso representa apenas 0,5% das reservas, hoje em US$ 348,3 bilhões (R$ 567,7 bilhões). Antes da liberação do câmbio no Brasil, em 1999, o volume de ouro era maior 9 milhões de onças troy. Depois, caiu rapidamente.

O total de reservas internacionais do Brasil teve um crescimento de 20%, considerando as compras de dólares do Banco Central e a rentabilidade no período. O BC informou que só comenta a política de gestão de reservas por meio do relatório que trata do assunto. O documento é divulgado anualmente, desde 2009, sempre nos meses de agosto, com dados sobre o ano anterior. (FP)
Diário do Comércio

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

III Festival de Música Popular Paraense.

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[ 12/08/2011 ] [Diário do Pará - Você / Feira do Som - 06 ]


Musikart.

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[ 12/08/2011 ] [Amazônia - Show / Na agenda - 25 ] 
 

Colômbia uma mina de oportunidades.

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12/08/2011

Expansão da economia do país atrai empresas brasileiras de minério, infraestrutura e bens de consumo

Num passado não muito distante, qualquer conversa sobre a Colômbia era associada ao terrorismo e narcotráfico. Pouquíssimo se sabia sobre a economia do país com o qual o Brasil divide 1,6 mil quilômetros de fronteira. Nos últimos anos, o estereótipo de uma terra de ninguém, violenta, foi substituído pela imagem de um lugar cheio de oportunidades de negócios. Empresários brasileiros descobriram que os colombianos detêm a quinta maior reserva de carvão do mundo, além de minério de ferro e petróleo. Assim, embora o intercâmbio comercial entre Brasil e Colômbia ainda seja pequeno – US$ 1,19 bilhão de exportações e US$ 640 milhões de importações no primeiro semestre –, os investimentos brasileiros diretos deram um salto substancial na última década, atraídos por uma política de incentivos ao capital estrangeiro.

De US$ 10,5 milhões investidos em 2002, a Colômbia recebeu US$ 529 milhões de empresas brasileiras em 2007. Segundo o Banco Central colombiano, o país já soma US$ 2,5 bilhões em estoque de recursos produtivos originários do Brasil. Hoje, 31 empresas atuam por lá, sendo que a grande maioria desembarcou nos últimos cinco anos. “É um país que se relaciona bem com o setor produtivo”, afirmou à DINHEIRO o presidente do Conselho de Administração do grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter. “Na América Latina é um dos que têm melhor cultura pró-negócios.”  Na Colômbia desde 2004, a Gerdau controla a Diaco, a maior siderúrgica local, e também a Cleary Holdings, que explora minas de carvão e exporta combustível para o Brasil. Além da Gerdau, estão na Colômbia grandes companhias, como Petrobras, Vale, Votorantim, Marcopolo, Queiroz Galvão e Odebrecht.

Mais recentemente, com a diminuição da violência e com a explosão dos preços internacionais das commodities, a Colômbia passou a presenciar um boom mineiro-energético, com investimentos especialmente em extração de minério, carvão e petróleo. O governo colombiano estima que o PIB do setor vai passar de US$ 5,2 bilhões neste ano para US$ 12,9 bilhões em 2020, com crescimento médio de 9,5% ao ano. O empresário Eike Batista, do grupo EBX, deixou claro que pretende participar desse crescimento. Ele chegou, no ano passado, com um ambicioso projeto de US$ 3 bilhões para extração de carvão e um projeto de logística – ferrovias e portos serão construídos pela EBX – para chegar até o porto de Pecém, no Ceará, onde o combustível será usado para abastecer uma usina termoelétrica.
 
Essa falta de infraestrutura tem se revelado uma oportunidade para as companhias brasileiras. O segmento, que demandará US$ 11 bilhões em investimentos nos próximos dez anos, já tem a Odebrecht como grande player há 18 anos. “Nunca saímos da Colômbia”, afirma Marcelo Odebrecht, presidente do grupo Odebrecht. “Diminuímos o ritmo em alguns momentos, mas agora estamos retomando os projetos.” A principal obra da empreiteira, com orçamento de US$ 1,5 bilhão, é a concessão da rodovia Ruta del Sol, ligando Bogotá à costa atlântica.

O investimento brasileiro é mais que desejado, garante o ministro do Comércio, Indústria e Turismo da Colômbia, Sergio Diaz Granados. “Cada projeto novo traz avanços tecnológicas, melhores oportunidades de crescimento e gera vínculos muito mais sólidos entre os dois países”, afirma Diaz Granados. Bens de consumo brasileiros, como cosméticos, também fazem sucesso, como os produtos da Natura. Na Colômbia há quatro anos, a empresa já conta com uma rede de 30 mil consultoras vendendo as maquiagens e os cosméticos produzidos em sua fábrica de Cajamar, na região metropolitana de São Paulo. “É um mercado muito bom”, afirma Guilherme Leal, copresidente da Natura. “Me arrependo de não termos entrado na Colômbia antes.”
Isto é Dinheiro

Seminário sobre Lítio: perspectivas tecnológicas para utilização no mercado automobilístico.

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12/08/2011

O Centro de Tecnologia Mineral( CETEM-MCTI) realiza nesta sexta-feira, 12,  o I Seminário sobre Lítio – Brasil com o objetivo de apresentar as perspectivas tecnológicas e de mercado para os compostos de lítio, com especial atenção ao atendimento das demandas do setor automobilístico (veículos elétricos e híbridos).

A iniciativa é pioneira e visa à criação de uma Rede de Pesquisas, Tecnologias e Desenvolvimentos do Lítio Brasileiro (PTD Lítio). O projeto é coordenado pelo professor Márcio Fiori da Universidade do Extremo Sul Catarinense, que conta na equipe com  pesquisadores do CETEM, Unidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Departamento Nacional de Produção Mineral, do Ministério das Minas e Energia, Programa Ibero-Americano de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento (CYTED), CPqD, Codemig e Fulguris.

As pesquisas do PDT Lítio têm como proposta agregar valor à cadeia produtiva do lítio brasileiro, por meio do desenvolvimento de tecnologias nacionais para extração, beneficiamento e purificação do elemento para utilização em produtos elaborados, além do desenvolvimento de tecnologias que empregam o lítio brasileiro como matéria-prima.

Na programação do evento, temas como “Minerais de lítio: recursos e reservas”; “Mercado Internacional de Lítio” e “Tecnologias emergentes para acumuladores de lítio e sua introdução nos principais mercados”.

O  I Seminário Sobre Lítio-Brasil acontece no auditório do Cetem, na av. Pedro Calmon, 900, lha da Cidade Universitária-Rio de Janeiro, a partir das 9h.
InfoMine

Fabricante de aço chinês pretende se tornar menos dependente de minério estrangeiro.

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12/08/2011

Um grande fabricante de aço chinês está procurando obter metade de seu minério de ferro de suas próprias minas dentro de cinco anos, um aumento considerável em relação aos menos de 9% atuais, disse um alto executivo da companhia na quarta-feira.

O Hebei Iron and Steel Group (HBIS) planeja extrair 35 milhões de toneladas de minério de ferro em 2015, que responderão por 50% das matérias-primas do grupo, disse Wang Hongren, presidente da Companhia de Mineração do HBIS, subsidiária do HBIS.

Ele disse que o HBIS também expandirá suas reservas de minério de ferro para 8 bilhões de toneladas até 2015, das quais 7,2 bilhões de toneladas estarão na China e 800 milhões de toneladas em outros países.

O HBIS tem agora 5 bilhões de toneladas de reservas de minério de ferro, das quais 3,6 bilhões de toneladas estão no leste da Província de Hebei, incluindo a mina de Sijiaying, a mina de Macheng e a mina de Changyu. A área das minas deve produzir cerca de 28,5 milhões de toneladas de minério de ferro até 2015, disse Wang.

"Aumentar o abastecimento próprio significa mais poder de decisão em negociações de preço", disse Wang.

O HBIS é uma companhia com base na Província de Hebei, norte da China, e integra a lista das 500 maiores empresas do mundo compilada pela revista Fortune.
Rádio Internacional da China

Vale recupera finos de minério.

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12/08/2011

Companhia solicitou licenças à Semad para processar rejeitos no complexo minerário.
 
A Vale S/A deu início ao processo de licenciamento ambiental junto à Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) para obtenção de licença prévia (LP) e de instalação (LI) com o objetivo de iniciar a recuperação de finos de minério da barragem de rejeitos no complexo de Vargem Grande, localizado no Quadrilátero Ferrífero.

Com o empreendimento, a mineradora irá ampliar em 500 mil toneladas anuais sua produção de minério de ferro no complexo, do qual fazem parte três minas e uma planta de beneficiamento. No ano passado, a produção da Vale em Vargem Grande somou 22,065 milhões de toneladas.

Segundo consta no protocolo do pedido de licenciamento feito pela Vale junto à Semad, o período total previsto para os trabalhos de recuperação de sólidos na barragem é de seis anos, o que significa uma produção bruta estimada da ordem de 3,370 milhões de toneladas de minério.

Ainda de acordo com o documento, para esta atividade será necessária a implantação de uma estrutura de beneficiamento composta de peneiramento, ciclonagem e concentração magnética. O produto retirado será encaminhado para a estrutura existente atualmente para beneficiamento final.

A recuperação dos rejeitos será feita por meio de um sistema de draga montada sobre a balsa que irá bombear o material, com 40% de sólidos. Além disso, será adotado um sistema de caminhões para tratamento do material gerado por desmanche mecânico.

A Vale, através de sua assessoria de comunicação, informou que o projeto representa, além do ganho econômico, que é o aproveitamento de material descartado, ganho ambiental, já que, ao reaproveitar a barragem, esta poderá ser utilizada novamente depois, sem gerar novos danos ao meio ambiente.

Apolo - Além desse processo, a Vale ainda aguarda a liberação das licenças ambientais do projeto Apolo, orçado em R$ 4 bilhões. Ele também está sob análise da Semad e pode receber o aval do órgão em breve.

Segundo informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), faltam apenas duas sessões de consulta pública para que o projeto de criação do Parque Nacional das Águas do Gandarela, anexo ao empreendimento, seja encaminhado ao governo federal e comece a sair do papel.

No final do ano passado, o Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) havia recomendado à secretaria a suspensão do processo de licenciamento do empreendimento, alegando que o complexo, entre os municípios de Caeté e Santa Bárbara (região Central), estaria dentro da área em que deveria ser criado o Parque do Gandarela. Mas essa suspensão já foi revista.

O complexo da Vale está situado dentro dos 38,204 mil hectares inicialmente previstos para o parque nacional, o que inviabilizaria a continuidade dos investimentos da mineradora. A área de conservação permanente abrangerá Caeté, Santa Bárbara, Raposos, Nova Lima, Rio Acima, Itabirito, Barão de Cocais e Ouro Preto.

O início das operações no complexo estava previsto para 2014 e a produção está estimada em 24 milhões de toneladas anuais de minério de ferro. O projeto é parte do plano de inversões da Vale em Minas Gerais, estimado em R$ 9,5 bilhões.
Diário do Comércio

Alcoa começa a construir complexo de alumínio na Arábia Saudita

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12/08/2011

A gigante americana Alcoa e a estatal saudita Ma'aden anunciaram o início da construção de uma refinaria de alumina na Arábia Saudita. O projeto, que demandará investimentos de US$ 10,8 bilhões, extrairá bauxita e refinará o minério, transformando-o em alumina, que será processada em uma fundidora com capacidade para 740 mil toneladas anuais.

A Ma'aden é a principal acionista da parceria, com 75%, ficando os 25% restantes com a Alcoa. O complexo vai abastecer o mercado local e dos vizinhos médio-orientais. A planta laminadora e a fundidora começarão a produzir em 2013, com a mina e a refinaria seguindo em 2014.
Geólogo.com.br

Grupo Votorantim abre inscrições para Programa de Trainee 2012.

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12/08/2011

O Grupo Votorantim abre nesta sexta-feira (12) as inscrições para o Programa de Trainee 2012, que neste ano oferece 60 vagas no Brasil.

Os participantes terão a oportunidade de conhecer e atuar na holding ou nas unidades de negócio – nas áreas de cimento, metais, energia e celulose e papel (Fibria).

Podem participar jovens que concluíram a faculdade a partir de dezembro de 2009 ou que encerrarão até dezembro de 2011. Os cursos aceitos são as engenharias, geologia, economia, agronomia, administração, ciências contábeis, marketing, psicologia e direito.

As inscrições vão até 12 de setembro e a previsão é que a seleção aconteça até dezembro. Os jovens selecionados começam a trabalhar no Grupo Votorantim em janeiro de 2012.

As inscrições devem ser feitas pelo site www.traineesvotorantim.com.br e, conforme a evolução no processo de seleção, o candidato passará por fases de dinâmicas de grupo, quiz para identificação da aderência aos valores do Grupo Votorantim e etapa presencial com os gestores.

O programa será divididos em dois perfis: um destinado para quem tem o interesse em iniciar a carreira na função de especialista, disposto a trabalhar em fábricas, mineração ou florestas e fazer trabalhos de campo, e o outro para atuar no corporativo, em áreas como marketing, finanças, comercial, recursos humanos, suprimento e logística.

O programa tem duração de 18 meses e prevê que o desenvolvimento dos trainees se dê em três níveis: pessoal, profissional e sociocultural, esse último com atuação no Instituto Votorantim para que o jovem conheça a realidade social do país, os princípios de sustentabilidade que norteiam a atuação do grupo e as diretrizes de relacionamento com todos os envolvidos no contexto das operações.

Os profissionais selecionados também terão a oportunidade de participar da Academia de Excelência Votorantim, que tem o objetivo de disseminar os valores do grupo e desenvolver nos profissionais as competências necessárias para suportar o crescimento da empresa nos próximos anos. Os jovens terão formação sobre práticas de negócio e atividades que visam aprimorar o autoconhecimento e apoiar o desenvolvimento pessoal.
G1