03/05/2011
São Paulo – Os números recordes apresentados pela balança comercial, tanto em abril quanto no primeiro quadrimestre, motivaram a elevação da projeção do governo para as exportações brasileiras este ano, para US$ 245 bilhões. A nova meta foi anunciada pelo ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, e supera em 7,5% a meta anterior, de US$ 228 bilhões. De acordo com o MDIC, a média diária das exportações em abril, de US$ 1,061,7 bilhão, foi recorde. Do lado das importações, no entanto, tanto o volume total quanto a média diária também foram os maiores já registrados, ficando em US$ 18,310 bilhões e US$ 963,7 milhões, respectivamente.
Um dos pontos que chamam atenção nos dados divulgados ontem é o aumento de 47,2% da média diária das importações de bens de consumo em abril na comparação com igual mês do ano passado, superior ao aumento de 38,9% da média diária das importações de forma geral. “O governo tem feito um monitoramento diário das importações de bens de consumo”, disse o secretário-executivo do MDIC, Alessandro Teixeira. O avanço de 38,8% da média diária das importações de bens de capital, segundo ele, resulta de um processo de modernização das empresas. “Nem todos os bens de capital nós fabricamos aqui”, lembrou Teixeira.
SETOR AUTOMOTIVO SEGUE ACELERADO
As vendas de veículos novos bateram mais um recorde no acumulado do ano, atingindo 1,114 milhão de unidades emplacadas no primeiro quadrimestre, superando a melhor marca até então, de 2010 (1,066 milhão), com expansão de 4,6%. Considerando apenas abril, foram licenciados 289,2 mil automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, com o resultado também atingindo uma nova marca para o mês. O dado aponta crescimento de 4,1% no confronto com o mesmo intervalo no ano passado, mas redução de 5,5% ante março.
Na tentativa de conter a inflação, o governo federal elevou dia 8 a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na concessão de crédito para pessoas físicas com prazo igual ou superior a um ano, que passou de 1,5% sobre o valor do financiamento para 3%. A medida inclui o parcelamento para a compra de automóveis, o pode levar mais consumidores a optarem pelo leasing em vez do Crédito Direto ao Consumidor (CDC).
Média diária de US$ 1 bi eleva projeção anual para US$ 245 bi
São Paulo – Os números recordes apresentados pela balança comercial, tanto em abril quanto no primeiro quadrimestre, motivaram a elevação da projeção do governo para as exportações brasileiras este ano, para US$ 245 bilhões. A nova meta foi anunciada pelo ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, e supera em 7,5% a meta anterior, de US$ 228 bilhões. De acordo com o MDIC, a média diária das exportações em abril, de US$ 1,061,7 bilhão, foi recorde. Do lado das importações, no entanto, tanto o volume total quanto a média diária também foram os maiores já registrados, ficando em US$ 18,310 bilhões e US$ 963,7 milhões, respectivamente.
A corrente de comércio no mês passado atingiu um montante também recorde de US$ 38,483 bilhões No acumulado do primeiro quadrimestre, tanto as exportações (US$ 218,9 bilhões) quanto as importações (US$ 195,8 bilhões) e a corrente de comércio (US$ 414,8 bilhões) foram recordes históricos. “Os dados demonstram a pujança do comércio exterior, tanto em abril quanto no primeiro quadrimestre”, disse a secretária de Comércio Exterior do Ministério, Tatiana Lacerda Prazeres, que estava presente na entrevista coletiva para comentar os dados.
Um dos pontos que chamam atenção nos dados divulgados ontem é o aumento de 47,2% da média diária das importações de bens de consumo em abril na comparação com igual mês do ano passado, superior ao aumento de 38,9% da média diária das importações de forma geral. “O governo tem feito um monitoramento diário das importações de bens de consumo”, disse o secretário-executivo do MDIC, Alessandro Teixeira. O avanço de 38,8% da média diária das importações de bens de capital, segundo ele, resulta de um processo de modernização das empresas. “Nem todos os bens de capital nós fabricamos aqui”, lembrou Teixeira.
Já as importações de petróleo e derivados, por sua vez, aumentaram 25% no primeiro quadrimestre em comparação com igual período do ano passado. Segundo o secretário, esse crescimento resultou do aumento da demanda, gerado pelos setores que produzem combustível.
SETOR AUTOMOTIVO SEGUE ACELERADO
As vendas de veículos novos bateram mais um recorde no acumulado do ano, atingindo 1,114 milhão de unidades emplacadas no primeiro quadrimestre, superando a melhor marca até então, de 2010 (1,066 milhão), com expansão de 4,6%. Considerando apenas abril, foram licenciados 289,2 mil automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, com o resultado também atingindo uma nova marca para o mês. O dado aponta crescimento de 4,1% no confronto com o mesmo intervalo no ano passado, mas redução de 5,5% ante março.
Na tentativa de conter a inflação, o governo federal elevou dia 8 a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na concessão de crédito para pessoas físicas com prazo igual ou superior a um ano, que passou de 1,5% sobre o valor do financiamento para 3%. A medida inclui o parcelamento para a compra de automóveis, o pode levar mais consumidores a optarem pelo leasing em vez do Crédito Direto ao Consumidor (CDC).
Estado de Minas
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